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Marketing digital é o caminho para as novas empresas?

O marketing de conteúdo é uma das principais vertentes do marketing digital


Por EMARKET MARKETING NA INTERNET

05/03/2021 às 16h45- Atualizada 16/03/2021 às 10h53

O marketing de conteúdo é uma das principais vertentes do marketing digital – Imagem por Pixabay

Para quem está se empenhando agora no desafio que é tirar uma ideia do papel e transformá-la em realidade no sentido comercial, falar em itens como marketing digital, inovação e atuação em mídias sociais pode assustar um pouco.

Não é para menos. O que antes se resumia na palavra publicidade, se desdobrou em dezenas de vertentes, ampliando a atuação secular da propaganda para um universo gigante de possibilidade, e isso apenas nos últimos 10 ou 15 anos.

Desde uma bela imagem publicada no Instagram até o oferecimento de bônus e patrocínio de sites de cassino como o Lance, que vem utilizando o marketing digital como poucos, tudo o que diz respeito à propagação de conteúdo e engajamento de clientes é alvo das campanhas nas mais diferentes plataformas online. Para isso, profissionais de diferentes segmentos estão se especializando cada vez mais.

A questão do bônus, por exemplo, tem uma intenção clara: criar engajamento com o usuário, que tem um grande cardápio de opções, mas pode ser fidelizado com iniciativas como essa, assim como promoções, cashbacks e várias outras.

Mas voltando à pergunta inicial: como alguém que está começando agora, e que muitas vezes não tem a menor noção de publicidade na internet e atuação em novas mídias, pode fazer para se destacar e, mais importante, não naufragar antes mesmo de conseguir um lugarzinho ao sol?

Não vale ter medo da inovação

Uma frase muito comum no meio dos negócios é “quem não inova, morre”. Ela é bastante violenta, mas não menos verídica, e estudos de caso que demonstram exemplos não faltam.

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A Nokia preferiu investir no teclado físico (Qwerty) e desapareceu quando os sistemas touch screen se tornaram padrão de mercado. A Blockbuster Video passou de gigante das locadoras para símbolo de um passado enterrado – e, ironicamente, alavancado pela sua antiga rival Netflix, que passou de videolocadora para gigante revolucionária dos streamings.

Isso quer dizer que qualquer negócio precisa reinventar a roda, como nos exemplos acima? Naturalmente que não. O que é importante, porém, é estar sempre atento às novas tendências e, seja de modo conservador ou ousado, aderir ou, ao menos, testá-las dentro do seu modelo de negócios.

O marketing digital entra nessa lógica justamente pela amplificação da área de atuação publicitária de cada negócio. Foi-se o tempo que ter um site bem construído bastava; a tendências das multiplataformas tende apenas a crescer, e esperto é quem não tem medo de investir em propaganda para todas as redes sociais (de maneira dedicada e estudada caso a caso), novas plataformas de mídia e, além de tudo isso, estabelecer interação com os potenciais consumidores.

Estude o que funcione – e o que não

Se houvesse uma fórmula pronta para o sucesso ninguém estaria se preocupando em tentar inovar, e também não haveria mais falências. Isso quer dizer que, por mais que uma mente aberta represente um lado positivo dentro da lógica da inovação, o que vai mostrar o que funciona ou não é a prática – e muitas vezes através de um doloroso sistema de tentativo e erro.

Isso não quer dizer, porém, que é preciso fazer várias tentativas malsucedidas antes de encontrar o que funciona para cada modelo; para isso existem estudos de caso que podem ser muito úteis, sejam exemplos positivos ou negativos. O que é importante é ter uma estratégia inteligente para fazer boas ideias virarem boas políticas e que tragam resultados de curto e longo prazo, de preferência.

Uma série de variáveis deve entrar na equação, começando pelo orçamento – certamente que empresas pequenas ou micro-empresas individuais não vão poder adotar as mesmas práticas que uma S.A. secular, ao menos em termo de dinheiro.

Por outro lado, a inspiração pode vir de qualquer lugar, e aí entra uma outra palavra mágica para quem quer sobreviver no tanque dos tubarões digitais: adaptabilidade.

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