Tópicos em alta: coronavírus / vacina / tribuna 40 anos / polícia / obituário

Jovens do sistema socioeducativo de JF ingressam no mercado de trabalho

Seis adolescentes receberam capacitação e vão atuar em uma rede de supermercado da cidade


Por Tribuna

14/01/2021 às 17h03

Através de uma parceria do Governo do Estado com o Ministério Público de Minas Gerais, seis jovens de Juiz de Fora que cumpriram ou cumprem medidas socioeducativas receberam oportunidades de emprego. Segundo informações da assessoria do Governo do Estado, os seis jovens foram selecionados para trabalhar como menores aprendizes na rede de supermercados Bahamas. Quatro deles ainda cumprem medidas de internação, um está em regime de semiliberdade e, o outro, é egresso do sistema socioeducativo.

No novo emprego, eles irão reproduzir os conhecimentos profissionalizantes adquiridos dentro das unidades socioeducativas de internação e de semiliberdade no município. A carga de trabalho será de 20 horas semanais, para garantir que eles continuem a cumprir, integralmente, o horário escolar. Além do trabalho prático, eles também receberão um reforço de conteúdo e aprendizado, duas vezes por semana, no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), que intermediou a contratação.

O conteúdo continua após o anúncio

Para concorrer às vagas, os jovens passaram por treinamentos no Centro Socioeducativo e na Casa de Semiliberdade de Juiz de Fora, em dezembro do ano passado. As atividades são chamadas de Jovens Protagonistas do Futuro, e têm como objetivo preparar os jovens para entrevistas de emprego, proporcionando a instrução de comportamento e atuação laboral, além de abordagem de questões de formação pessoal e cidadã.

A iniciativa foi do Centro Socioeducativo de Juiz de Fora, que procurou o Ministério Público do Trabalho para colocar em prática o Programa de Incentivo à Aprendizagem de Minas Gerais, implantado em 2019. Esta é a primeira ação no interior do estado. A contratação efetiva aconteceu nesta quinta-feira (14). O Senac também será responsável pelo acompanhamento profissional dos adolescentes.

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade pelo seu conteúdo é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.



Desenvolvido por Grupo Emedia