Tribuna Livre
A ciranda da morte
Carlos Drummond escreveu um poema que dizia: João amava Teresa, que amava Raimundo, que amava Maria, que amava Joaquim, que amava Lili, que não amava ninguém. Este jogo de palavras e nomes, que lembra a sonoridade de uma ciranda e nos remete aos desencontros peculiares das relações amorosas, me veio à mente ao analisar o […]
25 de setembro de 2013