Com Marcelle Tristão, sócia fundadora e Diretora Executiva da Tristão Escola de Negócios e Chairwoman do Grupo M.Tristão
Carreiras e Gerações
O profissional pode atuar como consultor, freelancer, prestador de serviços, profissional fracionado ou combinar diferentes atividades. Em vez de concentrar toda a experiência profissional em uma empresa, constrói uma trajetória a partir de projetos e relações diferentes.
Quem tem essa mínima segurança financeira consegue perguntar mais na entrevista, comparar propostas, pedir um ajuste no salário e escolher o projeto que vai render aprendizado, e não apenas o que paga mais rápido. Essa é a autonomia profissional na prática: ter opções de verdade.
A economia prateada não é um setor específico. Ela atravessa diferentes mercados a partir de uma característica em comum: oferecer produtos, serviços e experiências que considerem as necessidades de uma população que está vivendo mais.
58% dos profissionais da geração Z querem liderar. Entenda por que essa geração deixou de ser vista como recém-chegada ao mercado de trabalho.
A linearidade perdeu espaço na prática, mas continua presente nas nossas expectativas.
Se a maneira de trabalhar muda, é natural que a forma de "aprender" uma profissão também precise mudar.
Ser excelente tecnicamente pode ajudar alguém a chegar à liderança, mas não necessariamente ensina a liderar.
O choque de gerações nem sempre surge durante uma grande discussão sobre sucessão. Muitas vezes, começa no cotidiano.
O empreendedorismo passou a aparecer cada vez mais cedo nos planos profissionais. Há quem queira abrir uma empresa ainda na faculdade, quem transforme uma habilidade em fonte de renda antes mesmo do primeiro emprego e quem enxergue o negócio próprio como primeira opção, não como uma alternativa para o futuro.
Antes que um recrutador humano avalie um currículo, plataformas (como LinkedIn e sites de vagas) utilizam sistemas e algoritmos para organizar, filtrar e priorizar os perfis mais compatíveis com a vaga.