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Funcionários da Terceiriza ameaçam greve

Cerca de 180 funcionários da empresa Terceiriza, prestadora de serviço da Prefeitura de Juiz de Fora, podem cruzar os braços por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, 17, por conta da falta de pagamento. Os atrasos estariam acontecendo de forma recorrente nos últimos oito meses. Os trabalhadores atuam nas áreas de saúde e regulação […]

Por Tribuna

14/08/2015 às 07h00- Atualizada 14/08/2015 às 08h35

Cerca de 180 funcionários da empresa Terceiriza, prestadora de serviço da Prefeitura de Juiz de Fora, podem cruzar os braços por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira, 17, por conta da falta de pagamento. Os atrasos estariam acontecendo de forma recorrente nos últimos oito meses. Os trabalhadores atuam nas áreas de saúde e regulação de consultas médicas.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação e Limpeza Urbana (Sinteac) e o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações (Sinttel), que representam os profissionais da empresa, foi dado prazo para que os salários sejam pagos até hoje. “Já acionamos o Ministério do Trabalho e informamos à Prefeitura e à empresa. Se não houver o pagamento, a partir de segunda começa a greve”, disse o presidente do Sinteac, Sérgio Félix. Em concordância com a decisão, a presidente do Sinttel, Ana Carolina Leonel, cobra da PJF um posicionamento colaborativo. “A Prefeitura está ciente e não age a respeito.”

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Procurada pela Tribuna, a assessoria da PJF informou que “tem cumprido regularmente o contrato com a empresa Terceiriza, efetuando os pagamentos mensais normalmente, sendo da empresa a responsabilidade pelo pagamento dos funcionários”, declarou em nota. O texto diz, ainda, que “enviará, ainda esta semana, uma notificação à empresa em virtude da situação.”

Já o advogado da Terceiriza, Gustavo Silveira Leonel, afirmou que “a empresa está trabalhando para obter recursos e honrar os compromissos com seus funcionários, que não podem ficar nesta incerteza todo o mês. Mas o tomador do contrato deve também cumprir o compromisso e pagar o valor correto.” Segundo ele, a PJF não tem repassado os valores acordados.



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