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O cai-cai dos pré-candidatos

Por Arthur Raposo Gomes, bacharel em Comunicação Social

11/07/2018 às 07h00- Atualizada 11/07/2018 às 08h22

Durante o último ano, quando as Eleições 2018 eram o assunto das rodas de conversa, um fato chamava a atenção de todos: o número potencial de pré-candidaturas ao cargo de presidente da República.
A lista de nomes – confirmados ou pressupostos – era grande e diversa. Figuras já conhecidas pelos eleitores de todo o território nacional buscavam fidelizar ainda mais os seus eleitores, ao mesmo tempo em que políticos, até então, mais regionais e desconhecidos do grande público ganhavam espaço e visibilidade.

Até aí, normal. Mas essa lista cresceu significativamente quando novos nomes começaram a surgir e a ser cogitados para o pleito: ex-âncora do telejornal mais assistido do país, empresário do ramo de vestuário, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e apresentador de programa de auditório foram alguns desses.

Especialistas políticos indicavam que a disputa pela cadeira presidencial em 2018 poderia ser mais concorrida do que no ano de 1989, quando aconteceu a primeira eleição pós-regime militar e contou com o maior número de candidatos a presidente do Brasil, até então.

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Nos primeiros meses deste ano, no entanto, alguns possíveis candidatos informaram que não iriam oficializar suas candidaturas. O primeiro a avisar sobre sua “desistência” foi o apresentador de programa de auditório. Colunistas de TV dizem que o apresentador foi pressionado pela emissora em que trabalha a abandonar a sua trajetória política.
Outro que já divulgou a não participação nas Eleições 2018 é o ex-ministro do STF. No dia 8 de maio, em seu perfil oficial no Twitter, fez um sucinto comunicado: “Está decidido. Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a presidente da República. Decisão estritamente pessoal”.

Por fim, agora em junho, a gaúcha e popular pré-candidata pelo Partido Comunista do Brasil também já admitiu que existe a chance de abdicar da sua própria candidatura, caso os partidos da esquerda do país se unam para lançar um só candidato.

E agora? Quem mais cairá fora da corrida presidencial? Teremos algum candidato surpresa? Quais políticos teremos como opção na urna eleitoral para fazermos esta relevante escolha? Essas perguntas devem ser respondidas até o dia 15 de agosto, data-limite para que os partidos façam o requerimento de registro dos seus respectivos candidatos perante a Justiça Eleitoral.
Aguardemos o passar dos dias…

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