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Servidores da Cesama paralisam atividade e protestam contra proposta de reajuste

Cesama propõe parcelar o reajuste em sete parcelas, mas manifestantes aceitam apenas três

Por Tribuna

18/10/2017 às 11h37- Atualizada 18/10/2017 às 18h04

Manifestantes seguiram em protestos por ruas do centro da cidade (Foto da leitora Juliane Nogueira)

Trabalhadores da Cesama paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (18) em protesto contra a proposta da companhia de parcelar em sete vezes o reajuste anual da data-base. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço de Água (Sinágua), Ednaldo Ramos, cerca de um terço dos servidores participou da paralisação.

Ainda segundo Ednaldo, os funcionários aceitam o parcelamento da correção, de 4,69%, em três parcelas. O aumento era previsto para vigorar em 1° de março, data em que as negociações começaram. Segundo o presidente do sindicato, 12 reuniões já foram realizadas para discutir o impasse, que segue sem acordo.

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O ato começou às 8h desta quarta-feira na garagem da companhia, localizada na Rua Monsenhor Gustavo Freire, Bairro São Mateus, onde a assembleia teve início. Os manifestantes seguiram caminhando até a sede da Cesama, na Avenida Rio Branco. O presidente do sindicato da categoria informou que os manifestantes presentes tiveram o ponto cortado. “A paralisação é para chamar a atenção da população e do prefeito, ele tem que se envolver nisso, porque foi ele que colocou o diretor da Cesama”, declarou Ednaldo.

Em nota, a Cesama afirmou que as negociações salariais entre a companhia e o Sinágua ainda estão em andamento, ressaltando que a grande maioria dos benefícios foi assegurada pela empresa, havendo mudanças mínimas. Sobre a assembleia realizada nesta quarta, a Cesama declarou não ter sido comunicada oficialmente, e a comissão de negociação salarial da companhia já havia se colocado à disposição para uma nova reunião nesta quinta (19) e aguarda retorno do Sinágua.

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