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Brasil registra novas 692 mortes, e total de óbitos vai a 58.314

Dos casos confirmados, 757.462 estão recuperados e 552.419 em acompanhamento

Por Tribuna

29/06/2020 às 19h44- Atualizada 29/06/2020 às 20h28

O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (29) que foram registradas 692 mortes e 24.052 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas no país. No total, o Brasil soma 58.314 óbitos e 1.368.195 contaminados.

Dos casos confirmados de coronavírus no país, 757.462 estão recuperados e 552.419 estão em acompanhamento.

O Estado de São Paulo segue liderando em número de casos (275.145) e mortes (14.398) decorrentes da doença; seguido pelo Rio de Janeiro (111.883 casos e 9.848 óbitos) e Ceará (108.225 e 6.076).

Já levantamento realizado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde apontou que o Brasil registrou 727 mortes e 25.234 novas infecções de coronavírus nas últimas 24 horas. Com isso, o total de óbitos é de 58.385 e o de contaminações, de 1.370.488, nesta segunda-feira (29). O país é o segundo do mundo com maior número de casos e mortes devido ao vírus, atrás apenas dos Estados Unidos, que possuem cerca de 2,5 milhões de infecções confirmadas e 125 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

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A contagem de casos e mortes por Covid-19 no Brasil tende a desacelerar nos finais de semana e segundas, quando há um atraso nas notificações, e ganhar ritmo ao longo da semana, conforme os testes são processados.

OMS faz alerta

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou para o fato de que há uma grande parcela da humanidade ainda suscetível à Covid-19. “Isso está longe de acabar”, afirmou ele, durante entrevista coletiva da entidade. “O pior ainda está por vir”, disse em outro momento sobre a pandemia, ao criticar as divisões políticas e ideológicas que atrapalham o combate à doença.

“Não temos vacina agora, mas há muito que podemos fazer para conter transmissão”, disse Michael Ryan, diretor executivo da OMS, também presente na coletiva. “Não há garantias de que haverá vacina, por isso há tantas candidatas”, notou.

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