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Aprender um novo idioma mexe com os nossos sentimentos

PUBLIEDITORIAL


Por Sistema 3

06/04/2020 às 07h00

A decisão de aprender um novo idioma sempre está atrelada a uma série de sentimentos, principalmente quando se chega à idade adulta. Neste caso, o primeiro deles é a pressa para aproveitar o tempo perdido. Junto dela vêm as inseguranças, seja pela idade, traumas de outras experiências sem sucesso ou não saber administrar as aulas com outros compromissos. Por último, a vergonha de falar na frente de outras pessoas.

Mas, por outro lado, aprender um idioma nesta fase da vida tem lá as suas vantagens. Nesta idade, geralmente, as pessoas chegam com um objetivo já estabelecido: querem melhorar seu desempenho profissional ou ter mais segurança na comunicação para conhecer novos países. E, por que não dizer, conquistar essas duas coisas em conjunto?

“Ao longo desses dez anos de Sistema 3, encontramos pessoas diferentes e percebemos que algumas já tinham filtrado seus sentimentos. Elas entenderam que se aprender um idioma é uma obrigação, que isso aconteça de forma prazerosa. E é exatamente nesse ponto que focamos. Queremos que elas enxerguem que esse processo pode ser prazeroso”, destaca Vico Lopes, diretor do Sistema 3, escola de idiomas que oferta cursos intensivos de inglês, espanhol e francês, com nove horas de aula por semana e duração de seis meses.

E para que os alunos possam administrar melhor suas emoções, de modo que elas não interfiram no seu processo de aprendizagem, o Sistema 3 visa criar um ambiente de acolhimento, sobretudo, para que eles não sintam medo de falhar. “Temos a responsabilidade de fazer a pessoa se sentir à vontade para cometer erros e seguir adiante. Cada um tem um tempo. A linguagem é algo que acontece no cérebro de cada indivíduo, é algo muito particular”, explica.

Por isso, o Sistema 3 mostra que o sucesso do aluno está ligado ao seu compromisso, disponibilidade e foco durante as aulas, além da curiosidade em ver como a língua estudada acontece na prática, como ouvir música, ler jornais e assistir a séries e programas de entrevista. “Estudar um idioma tem resultados que variam de pessoa para pessoa, como uma dieta, um tratamento de pele ou ortodôntico. Ter paciência é fundamental. É o contraponto para aquela ansiedade inicial em aprender rápido”.

Outro recurso que torna o aprendizado mais leve é o RPG aplicado nos encontros. “Por meio do role-playing game, jogo de interpretação de papéis, o aluno consegue se enxergar em outra perspectiva. Ele passa a viver uma série de situações no idioma que escolheu estudar, tendo um nome, uma profissão e uma origem, que contribuem mentalmente para que possa se colocar em outra posição. Aprender um novo idioma é pensar de um novo jeito. São novos movimentos para a boca e para a língua, a respiração tem outro compasso, logo, a personalidade vai ser diferente também, e o resultado é surpreendente”, finaliza Vico.

Professor do Sistema 3, Matthew Compton passa pelo mesmo processo dos alunos que estão aprendendo uma língua. Americano do Estado da Geórgia, ele ainda comete alguns deslizes no português, mas sabe que os erros fazem parte do aprendizado de um idioma, assim como o sotaque

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