Com Marcelle Tristão, sócia fundadora e Diretora Executiva da Tristão Escola de Negócios e Chairwoman do Grupo M.Tristão
Carreiras e Gerações
Diferente do burnout clássico, marcado por exaustão extrema, colapsos emocionais e até afastamento médico, o burnout silencioso atua nos bastidores. Ele não derruba de uma vez. Vai corroendo aos poucos. E por isso mesmo, é tão perigoso.
O paradoxo do sucesso nos ensina uma lição fundamental: o topo da carreira não é, por si só, a resposta para a felicidade e a realização. Chegar lá pode ser uma grande conquista, mas é a jornada, o alinhamento com seus valores e o equilíbrio emocional que realmente trazem a satisfação.
As novas gerações estão reformulando a ideia de aposentadoria, buscando um caminho que equilibre qualidade de vida, propósito e segurança financeira.
Se você já se perguntou se o currículo ainda tem peso na hora da contratação, saiba que não está sozinho.
O mercado de trabalho mudou muito nos últimos anos, e a forma como encaramos nossas profissões também. Não é novidade que as novas gerações, como a Geração Z, têm trazido uma perspectiva diferente sobre o papel do trabalho na vida.
Entre as tendências que estão chamando atenção estão o career catfishing e o office ghosting. Esses fenômenos revelam um novo tipo de relação entre os jovens profissionais e o ambiente corporativo, muitas vezes pautada por desconfiança, busca por flexibilidade e questionamentos sobre cultura organizacional.
A gestão do tempo não se trata apenas de fazer mais tarefas, mas de fazer as tarefas certas, da forma mais eficiente possível.
A capacidade de exercer liderança sem um cargo de chefia envolve atitudes, habilidades interpessoais e uma postura proativa. Empresas valorizam cada vez mais profissionais que conseguem inspirar os outros, resolver problemas e contribuir para um ambiente colaborativo.
Ter uma mentalidade empreendedora vai muito além de abrir um negócio. Profissionais com esse perfil encaram o trabalho de maneira autônoma, mesmo dentro de uma empresa.