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Adeus, ano velho; feliz vida nova!

Por Wanderson Reginaldo Monteiro, bacharelando em Teologia pelo Instituto Cristão de Pesquisas (ICP)

09/01/2019 às 07h03- Atualizada 09/01/2019 às 20h31

Quando um ano se inicia, ele traz uma infinidade de coisas consigo. Dentre elas, sentimentos como ansiedade, alegrias, medos, tristezas, gratidão pelos momentos felizes que ficaram no ano que passou e preocupações por todas as coisas que estão por vir. Mas, dentre tudo o que o novo ano traz, o que mais se destaca é o sentimento de esperança. Tudo o que o novo ano traz está envolto e envolvido com a esperança. Sem ela, o ano novo é só mais um marco para a passagem de tempo; sem a esperança de que o novo ano será diferente do anterior, o ano que se inicia virá a ser só mais uma repetição de dias em um ciclo que não termina; sem a esperança de mudanças, um ano novo não faria sentido, tudo se perderia num vazio existencial.

Todo fim de ano, somos tomados por sentimentos de esperança e esperamos que o ano que irá se iniciar traga para cada um de nós a concretização de nossos planos, a materialização de nossas projeções. E a pergunta que fica é: a simples passagem de tempo, a mudança de ano, tem a capacidade de mudar a nossa vida? A passagem de tempo, por si só, tem a capacidade de transformar todos os transtornos do ano anterior e modificar a nossa história de vida para o ano que chega? Todos nós sabemos que não!

A simples virada de um ano para o outro não tem a capacidade de transformar e resolver todos os problemas que tivemos e não resolvemos no ano que se finda, mas temos a esperança de que tudo irá mudar depois da queima de fogos do dia 31 de dezembro. Mas nada muda se nós não mudarmos. Se queremos um ano realmente “novo”, precisamos ter uma vida nova!

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Muito mais do que lamentar as dores e as dificuldades do ano que termina e fazer planos, precisamos ter o compromisso de fazer tudo diferente no ano que se inicia. As coisas que deram errado em 2018 não darão certo em 2019 se forem feitas das mesmas formas e dos mesmos jeitos, se trilharmos os mesmos caminhos e passos, independentemente dos anos que se passarem e das esperanças que tivermos.

Um ano novo está intrinsecamente condicionado a uma vida nova, a atitudes novas, a novas coisas, novos planos, novos projetos, novos sonhos… O ano novo está condicionado a uma pessoa nova. Nunca teremos grandes transformações e mudanças se continuarmos sendo os mesmos e fazendo sempre as mesmas coisas.
Que digamos adeus ao ano velho e às atitudes velhas e que recebamos com alegria e esperança o ano novo, dispostos a ser pessoas novas, a ter posturas e vidas novas, para que o ano que se inicia seja realmente novo em todas as suas possibilidades!

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