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Novas demandas

Mercado está cada vez mais exigente, e quem não inovar corre o risco de perder o bonde do desenvolvimento

Por Tribuna

24/08/2017 às 06h00

O mercado e a política são pródigos em novas expressões que, de uma certa forma, significam mudanças. Na política surgiu o distritão, ora emperrado na Câmara Federal. Nesse caso, foi um passo atrás. Mas na economia o cenário é outro. Palavras como disrupção e inovação fazem parte do dia a dia dos que olham para o futuro. Em Juiz de Fora, durante dois dias, essas questões fizeram parte das mesas de discussão da primeira Conferência de Inovação e Desenvolvimento para a Zona da Mata Mineira (Conide), quando foi avaliada a aplicação de inovação em produtos e soluções como estratégia para aumentar a competitividade.

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O termo disrupção é do professor da Universidade de Harvard, nos EUA, Clayton Christensen, e diz respeito às inovações que oferecem produtos acessíveis e criam um novo mercado de consumidores, desestabilizando as empresas que eram líderes no setor. A expressão é grave, mas atual, pois quem não se atualiza corre o risco de ficar para trás. O que a Conide colocou à mesa foi exatamente a saída para essa questão: inovar.
No evento foram mostradas várias experiências, indicando que os jovens, principalmente, já captaram esse sentimento e estão indo à luta. A discussão que teve Juiz de Fora como foro, deve se repetir, pois traz para a cidade cenários desconhecidos e perspectivas de implantação desses projetos na cidade.

Mas não só os jovens têm essa visão. Empresários que estão ligados ao processo de inovação já adotam tal práxis, fazendo de suas experiências um permanente espaço de mudanças. E deve ser assim, pois as mudanças são permanentes. O público consumidor, por conta da celeridade da internet, segue o mesmo caminho. Olhar para trás não é a melhor opção.

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