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Cesama estuda abrir concurso

O Ministério Público do Trabalho (MPT) agendou para o próximo dia 15 uma audiência, para debater as denúncias feitas pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Purificação e Distribuição de Água e Serviços de Esgoto de Juiz de Fora (Sinágua) de que a Cesama estaria terceirizando atividades-fim. O sindicato cobra a realização de concurso público […]

Por Tribuna

29/08/2015 às 07h00

O Ministério Público do Trabalho (MPT) agendou para o próximo dia 15 uma audiência, para debater as denúncias feitas pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Purificação e Distribuição de Água e Serviços de Esgoto de Juiz de Fora (Sinágua) de que a Cesama estaria terceirizando atividades-fim. O sindicato cobra a realização de concurso público para reforçar o quadro efetivo da empresa pública, o que não acontece desde 2007.

No último encontro entre as partes, a Cesama sinalizou a possibilidade de inverter o processo de terceirização de atividades como o serviço de ligação de água e de manutenção eletromecânica, a mão-de-obra que atua em caminhão pipa e hidrojato e os serviços de operação e reparo de água potável e esgoto sanitário. Na audiência do próximo mês, a expectativa é de que a empresa assine um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) formalizando um cronograma com prazos para a conclusão da primarização.

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Em nota, a Cesama afirmou ainda que estuda a possibilidade de realização de concurso público. “A Cesama entende que, atualmente, todos os serviços terceirizados na companhia são de apoio e não configuram atividade-fim da empresa, mas, conforme acordado com o Sinágua e a Procuradoria do Trabalho, a companhia está realizando um estudo para dimensionar qual a quantidade de contratações que deverá realizar por meio do concurso público e prazo para desenvolvimento deste processo.”

O entendimento do Sinágua é distinto. “A Cesama cobra pela prestação de serviços como abastecimento e esgoto. Então, não pode terceirizar atividades como ligação de água e reparos nas tubulações. Buscamos o MP após tentar, sem sucesso, o diálogo com a empresa. Com isso, acredito que estamos avançando nas discussões”, considera Edinaldo Ladeira Ramos, presidente do sindicato.

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