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Servidores da Cesama protestam na Rio Branco

Servidores da Cesama paralisaram parcialmente o trânsito na Avenida Rio Branco, no Centro, na tarde desta terça-feira (24). A mobilização teve início em frente à Justiça do Trabalho e depois seguiu em passeata até a sede da Cesama, fechando meia pista. O movimento dos trabalhadores ocorre por conta dos desdobramentos das negociações da campanha salarial […]

Por Tribuna

24/05/2016 às 17h08

Servidores da Cesama paralisaram parcialmente o trânsito na Avenida Rio Branco, no Centro, na tarde desta terça-feira (24). A mobilização teve início em frente à Justiça do Trabalho e depois seguiu em passeata até a sede da Cesama, fechando meia pista. O movimento dos trabalhadores ocorre por conta dos desdobramentos das negociações da campanha salarial 2016.

Os servidores pedem o reajuste salarial de 11,07%, considerando perdas referentes aos 12 meses anteriores à data base, firmada em 1º de março. No entanto, a companhia afirma aguardar a consulta realizada pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) , em busca de uma brecha legal para tentar conceder aos servidores reajuste compatível com as perdas inflacionárias do último ano.

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De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço de Água de Juiz de Fora (Sinágua), Ednaldo Sidclei Ladeira Ramos, não houve avanço na reunião dos trabalhadores com a companhia. Uma nova reunião ocorrerá no dia 1º de junho, às 14h30. De acordo com ele, foi solicitada a presença de um representante do Ministério Público do Trabalho para intermediar as negociações.

O conflito começou no início do mês, após a Associação Mineira dos Municípios (AMM) orientar os prefeitos a realizarem a revisão geral da remuneração dos servidores públicos com base na leitura sobre disposições da Lei 9.5041997 (Lei das Eleições) e de resolução editada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), publicada no final de 2015, para definir o calendário das eleições de outubro.

Até agora, a proposta da Prefeitura é de conceder apenas o índice oficial da inflação (IPCA), limitado ao período que vai do dia 1º de janeiro deste ano à data da efetiva concessão da correção. Os sindicatos rechaçam a decisão e se embasam em outras legislações, como a própria Constituição federal e as leis orçamentárias do Município, para pleitear recomposição inflacionária referente ao período de 12 meses que antecede a data-base de cada categoria.

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