JF cria mais de 6 mil empregos em 11 meses e é a 3ª na geração de vagas em Minas

Cidade fica atrás apenas de Belo Horizonte e Contagem no ranking estadual do Caged.


Por Fernanda Castilho

30/12/2025 às 19h22

Juiz de Fora criou 6.430 postos de trabalho entre janeiro e novembro deste ano, conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgado nesta terça-feira (30). O saldo é resultado da diferença entre 72.969 admissões e 66.539 desligamentos realizados no período.

Com o resultado, a cidade se consolida como a terceira na geração de empregos em Minas Gerais, atrás apenas de Belo Horizonte (24.782 vagas) e Contagem (6.875). Na sequência, aparecem Uberlândia (4.991) e Betim (4.544). 

Segundo a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), o saldo acumulado é o terceiro melhor resultado para os onze primeiros meses do ano, desde o início da série histórica do Novo Caged, iniciada em janeiro de 2020. 

Só em novembro, Juiz de Fora registrou aumento de 620 vagas com carteira assinada em comparação ao mesmo mês do ano passado, quando foram contabilizados 329 empregos formais. Os setores que mais contribuíram para o resultado mensal foram comércio, serviços, indústria, agropecuária e construção civil.

Resultado supera estado e país

Quando comparado ao estado e ao país, o município criou, proporcionalmente, mais empregos: o total de trabalhadores com carteira assinada cresceu 4,35%, enquanto em Minas Gerais foi de 3,08%, e no Brasil, 4,02%. No total, existem 154.142 trabalhadores empregados formalmente na cidade.

Na avaliação do secretário de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo, da Inovação e Competitividade (Sedic), Ignacio Delgado, os números são reflexos do fortalecimento do ambiente de negócios e de ações de “valorização do espaço urbano por meio de investimentos em infraestrutura e diálogo permanente entre o poder público e o setor produtivo”.

 

Os comentários nas postagens e os conteúdos dos colunistas não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é exclusiva dos autores das mensagens. A Tribuna reserva-se o direito de excluir comentários que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros. Mensagens de conteúdo homofóbico, racista, xenofóbico e que propaguem discursos de ódio e/ou informações falsas também não serão toleradas. A infração reiterada da política de comunicação da Tribuna levará à exclusão permanente do responsável pelos comentários.