Tópicos em alta: delivery jf / coronavírus / vacina / chuva / polícia / obituário

Som aberto engrena na expectativa de recorde de público

Logo em sua segunda edição, o projeto Som Aberto, que reúne atividades de arte e lazer na Praça Cívica da UFJF parece ter encontrado a fórmula ideal, atraindo um público superlativo tanto para apresentações culturais quanto para suas tendas com artesãos e gourmets. Com início às 14h deste sábado (30), e previsão de término para […]

Por Mauro Morais

30/07/2016 às 19h41- Atualizada 30/07/2016 às 20h51

Som Aberto reúne milhares de pessoas na Praça Cívica da UFJF
Som Aberto reúne milhares de pessoas na Praça Cívica da UFJF

Logo em sua segunda edição, o projeto Som Aberto, que reúne atividades de arte e lazer na Praça Cívica da UFJF parece ter encontrado a fórmula ideal, atraindo um público superlativo tanto para apresentações culturais quanto para suas tendas com artesãos e gourmets. Com início às 14h deste sábado (30), e previsão de término para as 22h, o evento realizado pela Pró-reitoria de Cultura da UFJF, com apoio da Diretoria de Imagem Institucional da Universidade, mostrava-se mais organizado do que em sua primeira edição, ocorrida em junho. Segundo a pró-reitora de Cultura da universidade, a artista visual e professora Valéria Faria, o primeiro Som Aberto reuniu cerca de oito mil espectadores ao longo de todo o dia, número que deve ser ampliado neste final de semana, podendo chegar a dez mil pessoas.

Cresceu público e também expositores, que de 40 estandes pulou para 60, demonstrando uma adesão que já escreve o futuro do evento, com edições mensais projetadas até dezembro. “As raízes da terra estão afloradas aqui”, ressalta o coordenador do evento, o produtor Beto Campos, apontando, ainda, para a presença de bandas formadas, em sua maioria, por acadêmicos e aprovadas em edital.

O conteúdo continua após o anúncio

“O público está muito interativo, tanto com as apresentações quanto com os expositores. A primeira edição me motivou a criar ainda mais”, conta a artista visual Dani Brito, da marca de camisetas e almofadas Mercado da Salvação. Para Heliana Queiroz, da grife de vestuário artesanal As Garimpeiras, o evento ajuda a visibilizar a produção local. “O fato de ser ao ar livre e acolher um público diverso e interessado, o Som Aberto nos ajuda na circulação e, principalmente, na divulgação”, comemora a empresária, que viu as vendas crescerem quando o sol começava a se por e o palco empolgava o público.

Ainda que o som estivesse muito baixo na Concha Acústica, que ironicamente deveria projetar a música tocada lá dentro, a Orquestra Sinfônica Pró-Música começou a tocar no início da noite e logo agrupou a plateia na borda do palco. Para o espetáculo, que integra o 27º Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, foram disponibilizadas cerca de cem assentos na praça, todos esgotados com mais um tanto em pé. “Teve gente que trouxe sua própria cadeira de casa”, aponta Valéria Faria.

Além da música clássica, também integram a presente edição a apresentação das bandas Legrand e Coroña, a picape do DJ Cláudio Jr., a performance de bambolês de Deborah Lisboa, roda de capoeira, sarau literário, oficina de circo e o espetáculo de dança “Pela praça”, do Estúdio Silvana Marques.



Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é dos autores das mensagens.
A Tribuna reserva-se o direito de excluir postagens que contenham insultos e ameaças a seus jornalistas, bem como xingamentos, injúrias e agressões a terceiros.



Desenvolvido por Grupo Emedia