Juiz de Fora tem risco médio para infestação de Aedes Aegypti

Levantamento do quarto LirAa de 2023 foi divulgado pela PJF nesta quinta


Por Tribuna

16/11/2023 às 21h04

O quarto Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LirAa) de 2023, realizado pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) em outubro, apontou que o município registrou índice de infestação de 3,2. Este número é classificado como de “médio risco” pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Prefeitura, a maioria dos focos ainda está dentro das residências. O tipo de depósito mais frequente foi identificado em banheiros/vasos sanitários em desuso, pneus, lixos, ralos, vasos/frascos com água, pratos, garrafas retornáveis, considerados como depósitos móveis. Em seguida, foram identificados  focos em obras, calhas e estruturas  abandonadas ou em desuso.

A partir dos resultados, a PJF informou que “seguirá reforçando a vistoria dos imóveis, desenvolvendo ações de educação em saúde e sensibilização da população, para eliminação e cuidado com os possíveis criadouros do mosquito”.

O LIRAa consiste em um método simplificado para obtenção rápida de indicadores entomológicos e permite conhecer a distribuição do vetor Aedes aegypti dentro da região. Com o nível de infestação, a Secretaria de Saúde consegue traçar as estratégias de combate, como ações de mobilização social, mutirão de limpeza, vistorias e ações em conjunto de fiscalização, ações educacionais e campanhas de conscientização.

Ferramenta de denúncias

Além de participar ativamente na prevenção contra as arboviroses, a população pode ajudar com denúncias anônimas sobre focos do Aedes Aegypti em Juiz de Fora e região. O sistema tem como finalidade mapear as informações das doenças causadas pelo mosquito: dengue, zika, febre amarela e chikungunya.

O MonitorAr pode ser acessado em qualquer navegador. Ele  roda em todas as plataformas: smartphones, tablets, notebooks e computadores. É um sistema em que as pessoas podem realizar denúncias de locais de criadouros do mosquito.

A população também pode auxiliar no combate por meio de denúncias de possíveis focos, através do WhatsApp, pelo número (32) 98432-4608, por ligação telefônica através do 3690-3070 ou pelo e-mail [email protected].

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