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Juiz-forano  toma posse na Defensoria Pública da União

PUBLIEDITORIAL

Histórias como a de Davis Tostes confirmam a importância de aliar determinação, qualidade docente e a escolha por uma instituição reconhecida nacionalmente na conquista de uma carreira de sucesso

Por Assessoria Estácio

09/07/2018 às 07h00 - Atualizada 09/07/2018 às 15h01

Qual distância separa Juiz de Fora (MG) de Santarém (PA)? Para Davis Tostes, 32 anos, formado em Direito no Centro Universitário Estácio Juiz de Fora, a realização de um projeto de vida concebido em família fez a ponte entre as duas cidades, com passagem por Brasília (DF). Ele acabou de tomar posse na capital federal como defensor da Defensoria Pública da União e vai atuar na cidade paraense, onde será chefe de unidade. Já em Santarém, um filme passa em sua cabeça ao ser perguntado sobre as dificuldades que teve para estudar.

“Quando eu tinha dois anos, meus pais, José Maria e Ciléia, se mudaram para a zona rural de Rio Novo (MG). Aos sete anos, andava três quilômetros todos os dias para chegar à escola. Mais tarde, fiz o ginásio em escola de Tabuleiro (MG). Andava cerca de quatro quilômetros a cavalo até uma estrada asfaltada, onde deixava o cavalo amarrado perto de uma venda, e uma Kombi vinha nos buscar. Depois da aula, voltava e ajudava meu pai na fazenda. Até limpar curral eu limpava. Meus pais foram muito importantes, não me deixavam faltar, nem mesmo quando chovia”, relembra.

Em Brasília, Davis Tostes toma posse com defensor da Defensoria Pública da União (Foto: Cerimonial/DPU)

Aos 14, veio morar em Juiz de Fora e começou a trabalhar. Quatro anos depois, tirou a carteira de habilitação. Depois, foi taxista. Trabalhava de madrugada e, entre uma corrida e outra, abria a apostila para estudar. Foi aprovado para a Guarda Municipal. Nesta época, incentivado pela esposa Patrícia, matriculou-se em Direito na Estácio JF.

“Sempre sentava nas primeiras cadeiras. Gostava de debater com os professores e prestava muita atenção para extrair o máximo de conteúdo. Já tinha em mente que isso seria importante mais à frente”, relembra Davis, apelidado pelos professores e colegas de “Vade Mecum” tal o seu conhecimento.

Em 2012, nasceu Pedro, filho de Davis e Patrícia, que apoiou o marido ainda mais. Ainda na graduação, conquistou o primeiro reconhecimento: “Fui contemplado como Aluno Talento em razão do rendimento acadêmico, ganhando bolsa de 100% durante um semestre. Tinha contas a pagar, e isso ajudou demais, me incentivando a buscar melhores notas. Também foi muito importante ter conseguido o Fies, principalmente após o nascimento do meu filho.” Em 2013, ao concluir a graduação, ele recebeu a distinção “Alumni Diamante”, homenagem concedida a egressos que servem de inspiração e motivação para toda comunidade Estácio, ratificando a admiração de quem testemunhou o seu empenho.

“Quando ele estudou conosco, notamos um brilho nos olhos diferente. Ele se destacou em todas as disciplinas, tanto que foi ‘Alumni’. Tinha como meta passar neste concurso para a Defensoria Pública da União. Mesmo depois de formado, vinha à Estácio para estudar na biblioteca. Ficava lá por horas. Encontrava com ele no corredor e falava do orgulho que sentia ao vê-lo. Foi muito determinado, teve muita garra”, comenta a reitora do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora, Márcia Mota, na esperança que Davis sirva de exemplo.

A reitora Márcia Mota testemunhou a trajetória de Davis no curso de Direito da Estácio JF (Foto NUCOM/Estácio)

A coordenadora do curso de Direito na Estácio JF, Renata Menezes, reforça o pensamento de Márcia no sentido de que a trajetória de Davis é exemplar. “Ele foi premiado em uma cerimônia de colação de grau como ‘Alumni’ exatamente pelo fato de ter sido um aluno muito comprometido, que trabalhava, que tinha família e se formou com o Fies, provando que pessoas na mesma situação que ele, apesar das dificuldades, também podem ter sucesso profissional”, afirma.

Durante o curso de Direito na Estácio JF, Davis fez outros concursos e foi aprovado para agente administrativo da Defensoria Pública da União, tomando posse no final de 2011. Lá, trabalhou como assessor jurídico, o que também contribuiu para a nova aprovação. Ao olhar para trás, Davis enxerga uma trajetória de vitórias: “Poderia ter ficado na zona rural, mas o destino acabou me ajudando. Deus foi muito bom comigo e fui vitorioso em todos os aspectos. Tinha tudo para dar errado, mas deu certo.”

Direito na Estácio JF

O novo defensor público federal não se esquece da qualidade da infraestrutura do Centro Universitário Estácio Juiz de Fora, com suas salas espaçosas e biblioteca atualizada semestralmente, não sendo necessário que os discentes adquiram as publicações. Também não esconde que a qualidade dos professores influenciou o seu desempenho.

“O curso sempre organizava seminários, palestras, encontros com juristas. Grande parte do meu sucesso eu devo à Estácio em razão do comprometimento, da qualidade e da capacitação dos professores, bem como da dedicação deles. Quando estava na faculdade, ficava doido para me formar. Hoje sinto saudade”, revela.

A participação ativa dos alunos durante toda a graduação é um dos diferenciais do Direito da Estácio JF (Foto: NUCOM/Estácio)

Prova dessa qualidade é que o curso de Direito obteve nota 4 no Enade e na avaliação in loco feita pelo Ministério da Educação (MEC), sendo que as duas avaliações têm 5 como nota máxima. O desempenho contribuiu para que Centro Universitário Estácio JF obtivesse Índice Geral de Cursos (IGC) 4, nota idêntica a instituições como a UFJF.

Com cerca de mil alunos, o curso de Direito na Estácio JF, autorizado pelo MEC em 2003, é referência em qualidade. Tanto que tem obtido excelentes índices de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sempre acima da média nacional. Contribui para esses resultados, dentre outras questões, o convênio com o Centro de Estudos Renato Saraiva para realização de simulados do exame.

Os egressos de Direito acumulam aprovações em concorridos concursos do país. Muitos profissionais formados na Estácio seguem advogando, pois são muito bem recebidos no mercado de trabalho, ou optaram pela carreira acadêmica.

Núcleo de Prática Jurídica

Pesa a favor do curso o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), onde alunos do sétimo ao décimo períodos atuam. Existem iniciativas para antecipar o contato dos alunos com NPJ, bem como a manutenção do vínculo com egressos matriculados na pós-graduação em Direito da Estácio: autores das melhores monografias são convidados a apresentar os estudos aos discentes do núcleo.

Segundo Renata Menezes, no NPJ são feitos atendimentos reais e simulados, proporcionando práticas civil, trabalhista, constitucional, tributária e penal, além do contato com outros métodos de solução de conflitos, como mediação e arbitragem. O NPJ organiza, ainda, visitas que podem garantir aos alunos uma visão da realidade prática, como a tribunais, a estabelecimentos prisionais e à Polícia Federal.

São mantidos convênios com importantes órgãos públicos, como os Ministérios Públicos Estadual e Federal, as Defensorias Públicas Estadual e da União, o Poder Judiciário e setores jurídicos da Prefeitura de Juiz de Fora e de outras cidades da região, bem como com o setor de atermação da Justiça Federal, este último com mais de dez anos de vigência.

No NPJ, alunos têm contato direto com a prática, sempre orientados pelos professores do curso (Foto: Assessoria/Estácio JF)

Atualmente, é finalizado convênio com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de Juiz de Fora. O objetivo é implementar posto de atendimento pré-processual, possibilitando atendimentos reais à população carente.

Renata também destaca a importância para a qualidade do curso do Programa de Incentivo ao Docente. Vários professores da instituição recebem subsídio após serem aprovados para apresentação oral de artigos em congressos e seminários nacionais e internacionais. Além de “oxigenar o curso” com os conhecimentos adquiridos, acaba por incentivar os discentes em relação à produção acadêmica, com reflexo no Seminário Acadêmico e Científico da Estácio JF e no seminário nacional da Estácio.

Qualidade aliada à garra de alunos como Davis formam um cenário ideal para a construção de cases de sucesso. “Quando a pessoa quer vencer, não há nada que a impeça. Basta acreditar e dar o seu melhor. Fiz isso e tudo foi acontecendo”, conta Davis, revelando os próximos passos de sua trajetória: “Agora vou procurar um apartamento para alugar e, no mês que vem, trazer a família para morar comigo. Depois que tudo se acertar, quero fazer mestrado”, conta. Alguém duvida que ele vai conseguir?

Ficou com vontade de cursar Direito no Centro Universitário Estácio Juiz de Fora? Quer saber mais sobre o curso ou sobre outras graduações? É só acessar www.estacio.br.

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