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Enfim, estreias!

Por Bruno Kaehler

22/01/2020 às 07h10 - Atualizada 22/01/2020 às 07h33

Sete meses e 13 dias! Este é o tempo que ficamos sem a cobertura de partidas de campeonatos oficiais no futebol ou vôlei. Como faz falta! O último jogo foi entre Tupi e Hercílio Luz em 9 de junho de 2019, pela fase de grupos da Série D do Campeonato Brasileiro. Enfim, posso projetar três partidas de Tupynambás e JF Vôlei em cinco dias. E não são quaisquer jogos. Por mais parecido com um discurso ensaiado que for, é verdade: são pelo menos duas finais nestes três compromissos.

O primeiro deles é nesta noite. Às 20h, o Baeta estreia no Campeonato Mineiro em duelo contra o Tombense no Estádio Municipal. As próximas três rodadas do Leão do Poço Rico já reforçam minha opinião: Atlético-MG no domingo, em BH, e América e Cruzeiro, em casa. Logo, uma vitória sobre o rival da Zona da Mata já se torna fundamental.

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O JF Vôlei, por sua vez, entra em quadra no sábado (25), às 19h, motivado pelo título da 2ª Copa Trade, e recebe um dos principais adversários da Superliga B no Ginásio da UFJF. O Vôlei Guarulhos trouxe o levantador Sandro e o ponta Thiago Alves, dupla ex-Seleção, e o central Satiro, entre os principais destaques. Acredito em uma decisão por um bom motivo. Pelo que apurei até aqui, os juiz-foranos possuem um grupo mais qualificado que o da temporada passada, eliminado nas quartas de final do campeonato. O objetivo em 2020 é subir.

O cenário do Leão do Poço Rico, contudo, é diferente ao do vôlei. O objetivo maior do clube deve ser a permanência. Ora, falamos de uma primeira divisão estadual não apenas com os três grandes de BH, mas também com adversários do interior quase sempre com maior poder de investimento. E é apenas o segundo ano do Baeta no retorno à elite. E, claro, sonhar com uma vaga na Copa do Brasil e na Série D de 2021, em caso de insucesso na quarta divisão nacional desta temporada. Até aqui, pelo que vi e soube, prefiro adotar o conservadorismo. A estreia se torna ainda mais importante pelo aspecto psicológico da sequência.

Resta-nos torcer. Por transparência fora, e vitórias dentro de quadra e de campo. Mas que bom que podemos torcer. Incentivar jovens a seguirem o esporte local e a praticarem, deixando as ruas e os vícios em celulares. Estava com saudade.

Bruno Kaehler

Bruno Kaehler

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