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Depois de mais de 10 horas, termina manifestação


Por Tribuna

30/08/2013 às 09h49

17:56
Os protestos seguiram até a Praça Antônio Carlos, onde houve dispersão dos manifestantes. O momento marcou o fim das atividades.

17:42
Manifestantes fecharam parte da Avenida Getúlio Vargas, e os policiais controlam o trânsito que está em meia pista. A PM diz que há 60 manifestantes no momento. De acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), cerca de 500 pessoas já passaram pelos protestos.

17:11 
A Avenida Rio Branco foi liberada neste momento. Agora, os manifestantes seguem pelo Calçadão da Rua Halfeld.

17:01
Neste momento, a Avenida Rio Branco já começa a ser fechada pelos manifestantes.

16:56
Os manifestantes começaram a seguir para a Avenida Rio Branco. Eles prometem parar o trânsito da via. Em seguida, devem descer o Calçadão da Rua Halfeld até a Avenida Getúlio Vargas, de onde retornam para a frente da Câmara. Cerca de cem pessoas de centrais sindicais protestam no momento, e aproximadamente 50 policiais militares acompanham o percurso.

16:26
Ainda é pequeno o número de manifestantes em frente à Câmara Municipal. De acordo com diretor regional da CUT, Oleg Abramov, são esperados professores municipais e estaduais, bancários, funcionários dos Correios, além de rodoviários, metalúrgicos e têxteis. Segundo o coordenador geral do Sindicato dos Professores (Sinpro), Flávio Bitarello,, 75% dos docentes municipais pararam hoje.

14:10
Terminou por volta das 13h30 o protesto em frente à empresa Alma Viva, no Bairro Fábrica. Neste momento, representantes da categoria se dirigem à sede do Ministério Público do Trabalho, onde será entregue documento atestando irregularidades cometidas por empresários do ramo. De lá, o grupo deverá se juntar aos demais manifestantes na porta da Câmara Municipal, no Parque Halfeld. O encontro está marcado para as 15h.

14:06
Após o fim da ocupação na BR-040, os membros do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), filiado à Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), realizaram assembleia às margens da rodovia. Eles avaliaram positivamente a ocupação e destacaram a importância do ato ter se mantido até o meio-dia, como fora prometido. Também decidiram continuar a pressionar o Governo estadual para que o mesmo faça reajustes no salário da categoria, além de descongelar carreiras. A próxima reunião dos professores do estado com representantes do Executivo será em 23 de setembro.

12:20
Cerca de 200 trabalhadores, representantes da Central Única dos Trabalhadores e da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), ocupam agora a Rua Bernardo Mascarenhas, no Bairro Fábrica, em frente à sede da empresa Almaviva, fechando a via. Os manifestantes, em ato junto aos profissionais do setor de telecomunicações, protestam contra desrespeito aos direitos do trabalhador praticados, supostamente, por empresas de "call center". Está prevista caminhada de 30 representantes da categoria ao Ministério Público do Trabalho, onde será entregue documento atestando irregularidades cometidas por empresários do ramo.

11:33
As duas pistas da BR-040 acabam de ser liberadas pelos manifestantes que retiveram o trânsito na rodovia desde o início da manhã. O trânsito flui nos dois sentidos mas o fluxo ainda é lento. Segundo a Concer, a manifestação causou engarrafamento de dois quilômetros em ambos os lados do trajeto.

11:30
Na BR-040, a pista continua fechada, mas os veículos, inclusive caminhões, estão conseguindo transitar pelo acostamento. Estão sendo liberados 20 minutos para cada lado da via, de forma alternada.

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11:20
Neste momento, parte dos manifestantes deixou a BR-040 e dirigiu-se para a sede da empresa de call center Alma Viva, na Rua Bernardo Mascarenhas, Bairro Fábrica. Segundo o diretor regional da CUT, Oleg Abramov, cerca de 150 funcionários estão protestando por melhores salários e contra a precarização do trabalho. Está ocorrendo uma paralisação parcial na empresa. Representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de Minas Gerais (Sinttel/MG) também estão no local. De lá, o grupo pretende seguir para o Ministério Público do Trabalho para entregar um dossiê contendo irregularidades da empresa.

10:30
Manifestantes queimaram alguns pneus em sinal de protesto na rodovia, mas PRF exigiu que ação fosse finalizada.

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09:45
Manifestantes liberam acostamento para carros e ambulâncias, mas caminhões ainda não conseguem passar.

09:30
Caminhoneiros se irritam com parada obrigatória e batem boca com manifestantes. A PRF é chamada para intervir no conflito e solicita desbloqueio da rodovia

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09:15
Cerca de 200 manifestantes pararam a BR-040 nos dois sentidos na manhã desta sexta-feira (30) na altura do quilômetro 800, na divisa entre as cidades de Juiz de Fora e Matias Barbosa. Segundo informações preliminares, neste momento, os trabalhadores estão queimando pneus no local, e um longo engarrafamento já está sendo formado ao longo da rodovia. A Polícia Rodoviária Federal deslocou viaturas para o local. O protesto integra o chamado "Dia nacional de lutas", momento em que várias categorias de trabalhadores paralisaram suas atividades. A ação é coordenada pela Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e pela CUT. Até a noite desta quinta-feira (29), estavam confirmadas adesões de professores das redes estadual e municipal, docentes e servidores da UFJF, bancários e funcionários de telecomunicações.

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