Cronimétricas
Do escritório ao cemitério
Aos 14 anos consegui um emprego muito bom. Desenhava projetos para um engenheiro. Trabalhava em uma sala de edifício comercial – com elevador, o único da cidade -, e não em escritório de contador ou fábrica de móveis, como a maioria dos meus colegas. Trabalhava na prancheta e não no torno. Usava canetas nanquim, réguas […]