Grupo quer encontro com o prefeito Bruno Siqueira

Manifestante pintou o rosto para protestar
Ao final do encontro, os manifestantes receberam, dos secretários municipais presentes e dos vereadores, a garantia de que os canais de comunicação entre os poderes Executivo e Legislativo e a população permaneceriam abertos. Presidente da Câmara, Julio Gasparette (PMDB) chegou a sugerir que fosse agendado um novo encontro para que respostas mais concretas com relação às demandas fossem apresentadas, possibilidade que ainda não foi confirmada. Apesar da promessa da manutenção dos diálogos, a ausência do prefeito Bruno Siqueira (PMDB) foi lamentada em várias falas.
"O prefeito não se fez presente porque não foi convidado. E, talvez, não devia mesmo ter sido convidado, já que está representado por seus secretários. Porém, está aberto para dialogar e receber representantes do movimento, desde que haja disponibilidade de agenda", afirma o secretário de Governo, José Sóter de Figueirôa. A assessoria da PJF chegou a confirmar que foi solicitado um encontro com o prefeito e que uma resposta deve ser dada após uma consulta a agenda de Bruno. Assim, o boato que circulou ao final da mobilização de que uma reunião já havia sido agendada não se confirma.
CPI
Após a audiência pública, os manifestantes entregaram dois documentos à Presidência do Legislativo. Em um deles, o grupo lista quatro pedidos: o pleno apoio ao pleito dirigido ao prefeito Bruno Siqueira de que efetive a imediata redução na tarifa do transporte público; a instalação imediata de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar as concessões e o gerenciamento do sistema; a aprovação em caráter de urgência do projeto de lei do vereador Roberto Cupolillo (Betão, PT) que trata da implantação do passe livre estudantil; e a realização de uma audiência publica para tratar das obras do Hospital Regional da Zona da Mata, que está sendo erguido no Bairro São Dimas.









