Ney Matogrosso volta a Juiz de Fora com a turnê ‘Bloco na rua’
Show vai ser neste sábado, no Cine-Theatro Central; em comemoração ao Dia dos Professores, os profissionais da educação têm 50% de desconto


É mesmo uma performance. Aos 81 anos, Ney Matogrosso retorna ao palco do Cine-Theatro Central neste sábado (15), a partir das 21h, com a turnê “Bloco na rua”. Com um repertório que passeia pela sua história, mas, também, traz ineditismo, o show revela sua diversidade enquanto intérprete. É um espetáculo completo: das projeções no palco ao seu figurino. Em comemoração, ainda, ao Dia dos Professores, os profissionais da educação têm 50% de desconto, mediante comprovação de ocupação.
A última vez que Ney Matogrosso esteve em Juiz de Fora foi em 2019, com a mesma turnê, que foi pausada na pandemia. Na época, em entrevista à Júlia Pessoa, ele afirmou que a escolha do repertório teve como critério as coisas que ele gostava de cantar, simplesmente. Já que em sua turnê anterior, a “Atento aos sinais”, ele selecionou seis músicas inéditas. O cantor também comentou que é a plateia o motivo de ele continuar na arte, por tanto tempo. E, para se manter atraente ao público, Ney Matogrosso se preocupa com cada detalhe e supervisiona tudo, para que o espetáculo seja mesmo completo. Uma entrevista inédita com a Tribuna é esperada para este sábado, pelas redes sociais.
Juiz de Fora já é ponto certo de suas turnês. Ele diz que se sente confortável em testar os shows aqui. Parte dessa história, focalizando em seu tempo de Secos & Molhados, transformará em série pela Globoplay.
Das nunca cantadas às clássicas
O repertório começa com a música que dá título à turnê, “Bloco na rua”, de Sérgio Sampaio. As clássicas não ficaram de fora, como “Sangue latino”. Ney Matogrosso ainda recuperou “O beco”, de Herbert Vianna e Bi Ribeiro, gravada por ele no final dos anos 1980, além de “Mulher barriguda”, do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973. Duas outras foram pinçadas do compacto duplo feito com Fagner, de 1975, “Postal de amor” e “Ponta do lápis”. As músicas que Ney nunca havia cantado são “Como 2 e 2”, de Caetano Veloso, e “Feira moderna”, de Beto Guedes, Lô Borges e Fernando Brant.
Sua banda é a mesma há cinco anos, o que garante a sintonia entre eles. Ela é composta por Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Maurício Negão (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone).











