‘O espetacular Homem-Aranha’ tem pré-estreia nesta terça

O filme é o primeiro da nova trilogia do homem aracnídeo, dirigida por Marc Webb
Esta é para quem já não consegue mais esperar. Nesta terça-feira (3), pré-estreia em Juiz de Fora o longa "O espetacular Homem-Aranha". O filme é o primeiro da nova trilogia do homem aracnídeo, dirigida de Marc Webb, e marca o início do diretor em filmes de alto orçamento (US$ 260 milhões). A ideia é contar o "outro lado da história de Peter Parker". O protagonista, vivido por Andrew Garfield ("A rede social"), ainda é um rapaz tímido e estudioso, que iniciou há pouco tempo um namoro com Gwen Stacy, de Emma Stone ("Amor à toda prova"), sua colega de colégio. Peter vive com os tios, May, de Sally Field ("Forrest Gump") e Ben, vivido por Martin Sheen ("Minha vida é um sonho"), desde que foi deixado pelos pais, Richard, de Campbell Scott ("O exorcismo de Emily Rose") e Mary, interpretada por Embeth Davidtz ("O homem que não amava as mulheres").
Mas uma mudança na vida do jovem ocorre quando ele encontra uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai. Nela está um mistério e, na busca de respostas, ele visita o laboratório do Dr. Curt Connors, de Rhys Ifans ("Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I) na Oscorp. Peter quer saber o que aconteceu com os pais, mas que acaba entrando em conflito com o perigoso alter-ego de Connors, o vilão Lagarto. Aí começa ação.
O crítico Luiz Carlos Merten, em artigo a "Agência Estado", afirma que o roteiro lembra a trilogia antiga, de Sam Raimi, até no formato de saga familiar. Peter perde os pais, é criado pelos tios e, picado por uma aranha geneticamente transformada, vira um super-herói. Mas há mudanças: a mocinha agora é filha do chefe de polícia, que duvida do justiceiro mascarado. O vilão não é mais Osborn e sim o Dr. Connors, antigo sócio do pai do herói. Além das modificações no roteiro, a tecnologia, principalmente, é outra e dá uma nova perspectiva para a trilogia, agora em 3D."Os voos do Homem-Aranha são mais livres, arrojados, mas o que muda, em definitivo, é o tom. A narrativa é mais leve, mesmo quando a discussão sobre a ciência ou a criminalidade urbana – e o justiceiro – torna-se pesada", garante Merten.
UCI 2 (3D/hoje, amanhã e quinta): 22h. Classificação: 10 anos









