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Vacina da Janssen: Saúde muda esquema e libera quarta dose

Agora, pessoas com mais de 40 anos que tomaram a dose inicial da vacina da Janssen deverão tomar o terceiro reforço, ou seja, a quarta dose


Por Leon Ferrari, Agência Estado

20/06/2022 às 19h58

O Ministério da Saúde ampliou o público elegível para doses de reforço contra Covid-19 entre aqueles que foram imunizados primariamente com a vacina da Janssen nesta segunda-feira (20). Pessoas com 18 anos ou mais estão aptas a receber o segundo reforço (terceira dose), e aqueles com 40 ou mais estão aptos para o terceiro reforço (quarta dose).

Pessoas de 18 a 39 anos que receberam a primeira dose da vacina da Janssen devem buscar o segundo reforço quatro meses após o primeiro (segunda dose). E brasileiros com 40 ou mais podem atualizar a imunização e receber a quarta dose quatro meses depois do segundo reforço (terceira dose).

Antes, a pasta recomendava a terceira dose, para quem recebeu a dose única da vacina da Janssen, apenas para pessoas com 5o anos ou mais. Aqueles entre 18 e 49 anos estavam aptos apenas para a segunda dose, após dois meses da aplicação da dose única. No caso da vacinação de reforço para pessoas que receberam a dose única, a pasta recomenda uso de imunizantes Pfizer, AstraZeneca e Janssen.

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Pessoas com mais de 40 anos podem tomar quarta dose

Nesta segunda, o Ministério também liberou a quarta dose – ou segundo reforço – para pessoas com 40 ou mais que foram vacinadas inicialmente com Pfizer, Coronavac ou Astrazeneca.

Também foi divulgado balanço da vacinação no país que indica que mais de 111 milhões de doses contra Covid-19 já poderiam ter sido aplicadas em indivíduos aptos, mas que ainda não buscaram postos de saúde para atualizar a imunização. Especialistas dizem que o número preocupa.

A aplicação de doses de reforço faz frente a estudos que demonstram que, ao longo do tempo, os níveis de anticorpos neutralizantes caem. “Temos verificado que se faz necessário, depois de aproximadamente quatro meses, ter uma dose de reforço para garantirmos a menor circulação do vírus e impedirmos cada vez mais que o paciente venha a ter o quadro mais grave da doença”, explicou Arnaldo Correia de Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde da pasta, durante coletiva de imprensa na manhã de segunda.

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