Séries medievais para assistir depois de Casa do Dragão que podem ser ainda melhores
Séries medievais épicas pós Casa do Dragão misturam fantasia, guerras, política e aventuras incríveis.

O sucesso de produções como A Casa do Dragão consolidou um novo ciclo de popularidade das séries ambientadas em universos medievais.
Combinando política, guerras dinásticas, fantasia e dramas de poder, o gênero voltou a ocupar posição de destaque nas plataformas de streaming e atrai milhões de espectadores ao redor do mundo.
Especialistas do setor de entretenimento apontam que o público demonstra “apetite contínuo” por narrativas épicas, especialmente aquelas que misturam realismo histórico com elementos sobrenaturais.
Nesse cenário, diversas produções vêm sendo redescobertas e outras estreias reforçam a expansão desse universo.
Expansão do gênero e nova fase das produções épicas
Após o impacto de séries como Game of Thrones, o mercado audiovisual intensificou investimentos em histórias medievais. A fórmula combina disputas por poder, reinos fragmentados e personagens moralmente complexos.
O resultado é um catálogo cada vez mais diversificado, que vai da fantasia pura ao drama histórico inspirado em fatos reais.
Entre os títulos que mais se destacam nesse movimento estão produções já consolidadas e novas apostas dos estúdios.
Universos de fantasia mantêm liderança no gênero
Uma das séries mais influentes desse novo ciclo é The Witcher, baseada na obra de Andrzej Sapkowski. A produção acompanha o caçador de monstros Geralt de Rívia em um continente marcado por guerras, magia e intrigas políticas.
Outro destaque é O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, que expande o universo criado por J.R.R. Tolkien e apresenta eventos da Segunda Era da Terra-média.
Apesar de divisões entre crítica e público, a série segue como uma das produções mais caras e ambiciosas do streaming.
Já a animação A Lenda de Vox Machina aposta em uma abordagem mais irreverente, combinando humor adulto com batalhas mágicas e elementos típicos de campanhas de RPG.
Drama histórico e realismo ganham espaço
Entre as produções de forte base histórica, The Last Kingdom se destaca ao retratar a formação da Inglaterra a partir dos conflitos entre saxões e vikings.
A série é frequentemente elogiada pela consistência narrativa e pelo equilíbrio entre ficção e fatos históricos.
Na mesma linha, Vikings: Valhalla continua o legado da série original Vikings, acompanhando a transição da era viking e a expansão dos povos nórdicos pela Europa.
Já Xógum: A Gloriosa Saga do Japão amplia o gênero ao levar o público para o Japão feudal, explorando disputas políticas e choques culturais sob uma perspectiva oriental.
Universo de Game of Thrones segue em expansão
O sucesso de A Casa do Dragão impulsionou a criação de novos derivados.
Entre eles, O Cavaleiro dos Sete Reinos surge como uma das produções mais aguardadas, ao apresentar uma narrativa mais intimista dentro de Westeros, focada na relação entre um cavaleiro e seu escudeiro.
Já A Guerra dos Reinos aposta em uma abordagem inspirada em lendas germânicas, misturando romance, política e disputas de poder em um cenário medieval europeu.
Fantasia com humor e alternativas do gênero
O gênero também se expande para formatos mais leves. A animação (Des)encanto traz uma abordagem satírica da vida em reinos medievais, combinando fantasia com humor ácido e crítica social.
Essa diversidade reforça a capacidade do gênero de atingir diferentes públicos, mantendo tanto produções sérias quanto narrativas mais descontraídas.
Mercado aposta em longevidade do gênero medieval
Analistas do setor apontam que o crescimento contínuo dessas produções está ligado à versatilidade do tema medieval, que permite tanto reconstruções históricas quanto universos totalmente fantásticos.
Com novos lançamentos e spin-offs em desenvolvimento, o gênero deve permanecer entre os mais relevantes do streaming nos próximos anos, impulsionado pela base de fãs consolidada de produções como A Casa do Dragão.









