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Monte Sinai nasceu com o DNA da inovação e comemora 25 anos em crescimento

PUBLIEDITORIAL

Por Monte Sinai

18/05/2019 às 16h40- Atualizada 20/05/2019 às 10h02

Em 2019, o Hospital Monte Sinai completa 25 anos. Inaugurado em 25 de março, iniciou sua operação em 2 de maio de 1994, com as primeiras cirurgias e partos. E nunca parou de investir e de crescer. A cada cinco anos, dobrou de tamanho, até consolidar o mais moderno complexo hospitalar de saúde da região.

No entanto, a instituição não obteve seu reconhecimento atual pela arquitetura arrojada, mas graças às pessoas que construíram esta história. Profissionais que melhoram processos e aprendizado contínuo em cada um dos milhares de fluxos assistenciais no processo de cuidado; graças a médicos que investem continuamente na produção científica. E à gestão, que fez opções: pela busca contínua da Excelência, introduzindo programas de qualidade e pelo incessante avanço tecnológico aplicado à Medicina. A inovação constitui a principal característica da reputação que o Monte Sinai conquistou. Cada passo em direção ao crescimento foi consciente, acreditando que a evolução não aconteceria sem as parcerias que formou em cada novo projeto. E não se consolidaria sem reinvestir continuamente no empreendimento com um objetivo: o sucesso coletivo.

A vontade de fazer dar certo

O crescimento do Monte Sinai foi mais rápido do que se imaginava e a organização foi acontecendo junto. Cada um na sua área tentava fazer o máximo, num esforço mútuo. Vendo que o empenho ia sendo reconhecido, o desejo passou a ser o de fazer diferente e fazer melhor. Hoje, há mais consciência de que quanto mais profissional uma estrutura, mais organização se exige dela. É um círculo virtuoso.

Mas, no início, isso não era claro. Tudo o que foi sendo implementado, aconteceu devido ao “feeling”, ao bom senso dos sócios fundadores. Todos trabalhavam sem honorários, de corpo e alma, eram gestores, mas faziam plantão. E os novos médicos que iam chegando, viam um grupo extremamente motivado. O mantra era sintonizar os ideais e tudo foi acontecendo, contornando problemas com coerência, buscando uma harmonia societária. As pessoas tratavam o hospital como um “filho coletivo”, como se fosse a sua clínica. E isso fez toda a diferença.


Pioneirismo

Muitas novidades foram surgindo como diferencial: a estrutura da UTI Neonatal, o Centro Cirúrgico bem planejado. Cada especialidade foi trazendo para o hospital o que o mercado tinha de mais recente. Com os equipamentos mais modernos da época, os serviços de diagnósticos tiveram o tomógrafo mais avançado, o primeiro videoendoscópio, a pioneira estrutura de medicina nuclear, o aparelho de última geração na Hemodinâmica. E a diretoria sempre buscando o que havia de mais avançado em outros hospitais de referência, adaptando da experiência internacional o que podia introduzir, da tecnologia de ponta aos conceitos de hotelaria e assistência. Com muita vontade de crescer e se integrar aquele grupo que imprimiu no “estilo” Monte Sinai o DNA do pioneirismo. Cada um investiu no Hospital o que tinha de melhor na Medicina. E assim é até hoje.

Desbravando a Cidade Alta

Outro grande desafio era vencer em um empreendimento médico-hospitalar fora do eixo central da cidade, longe da avenida Rio Branco. Há 25 anos, qualquer estrutura de saúde que se afastasse do limite entre o Bairu e o Bom Pastor estaria “destinada ao fracasso”. Era inimaginável um hospital privado no alto de um morro, dentro de uma comunidade carente… “nunca daria certo”, disseram muitos. Mas as peças foram se encaixando, as pessoas se empolgando e o empreendimento se consolidou, apesar dos pessimistas.

Parte do segredo do crescimento tão rápido e tão sólido, também está no retroinvestimento. O hospital evoluiu tendo a maioria remando forte na mesma direção. Trata-se de um grupo heterogêneo, mas complementar. Sempre tirando o melhor de cada talento – havia quem gostasse da burocracia, montando os primeiros formulários, as primeiras planilhas financeiras. Numa analogia pertinente, o Monte Sinai cresceu como um corpo humano – cérebro, coração, órgãos, pernas, e braços – formando um organismo.

O futuro chegou

Uma instituição hospitalar é uma organização em transformação constante. Nos seus 25 anos, o Monte Sinai nunca parou de mudar, de crescer e de se reinventar. Dificilmente, em 1994, seus idealizadores conseguiriam imaginar os 10 anos seguintes, muito menos como o Monte Sinai estaria neste cenário em evolução permanente que é a Medicina moderna.

Ninguém se arriscou a dizer como chegaria aos 25 anos. E poucos acertariam, pois a posição que o Monte Sinai ocupa, hoje, no Brasil é, de fato, peculiar. O país tem, atualmente, 6.700 hospitais e, destes, 4.500 são privados, sendo 20% apenas de hospitais públicos. Entre os privados, os que atuam exclusivamente com a saúde suplementar formam um percentual muito pequeno.  E sendo um hospital de grande porte (mais de 300 leitos), não sediado em capital, associado à Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privado) e Acreditado internacionalmente, certamente, o Monte Sinai é diferenciado no sistema brasileiro.

Isso porque, mesmo com planejamento e estratégia de crescimento, vive-se uma etapa de cada vez. Em cada fase de crescimento, procura-se viabilizar financeiramente a estrutura, mas, funcionalmente, a dinâmica é praticamente impossível de projetar. A forma de cuidar exige trabalho contínuo diário, de muito desprendimento.  E no Monte Sinai, o acerto, desde o início, foi acreditar que só funcionaria se fosse um time. Um time vitorioso.

 

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