A recente pesquisa do Ibope apontando ligeira queda da candidata Dilma Rousseff (PT) e estagnação de Marina Silva (PSB), resultando apenas em crescimento na candidatura do tucano Aécio Neves, é, em parte, fruto do embate que se estabeleceu nos últimos dias, quando as duas candidatas entraram num processo de desconstrução mútua. Para o cientista político Paulo Roberto Figueira, a estratégia mais agressiva da campanha de Dilma contra Marina cumpriu a meta desejada de controlar o crescimento vertiginoso da candidata do PSB
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