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Diretórios vivem momento crítico na definição de chapas de candidatos

Por Paulo Cesar Magella

12/01/2022 às 20h30 - Atualizada 12/01/2022 às 17h38

A formatação de chapas de candidatos à Câmara ou à Assembleia tem sido um desafio para os diretórios diante de problemas externos que acabam influindo na opção dos interessados. Um deles passa diretamente pela janela partidária. Ninguém quer definir a filiação antes de saber em que legenda está embarcando e o número e o nome de candidatos que ela pode  apresentar. Uma destacada liderança tem dito aos correligionários que ninguém quer pousar num galho vazio que pode, no final do prazo, ficar cheio, e nem num galho cheio que, no apagar das luzes, pode sofrer uma debandada. As decisões serão tomadas nos acréscimos do segundo tempo.

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Janela partidária será emblemática para alianças e filiações

A janela partidária, que começa no dia 3 de março e vai até o dia 1 de abril, será emblemática para tais manobras assim como para definição de alianças – no caso atual, a Federação. Os acordos passam necessariamente pelas disputas regionais e ninguém quer se aliar a um partido que não abre mão de seu espaço. Nacionalmente, o caso mais emblemático envolve o PT e o PSB. O primeiro não abre mão de indicar o ex-ministro Fernando Haddad para o Governo de São Paulo, enquanto os socialistas querem apoio para o seu filiado,o ex-governador Márcio França. Mas o impasse se acentuou quando o PT sinalizou que terá candidatura própria em Pernambuco, principal reduto do PSB, que não abre mão de ter um filiado disputando o posto.

Paulo Cesar Magella

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