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Liderança do PT, Camilo Santana defende alianças, mas admite pressão sobre Marília Campos

Membro da coordenação da campanha do presidente Lula, Camilo Santana defende alianças do PT com outros partidos

Por Paulo Cesar Magella

A recente declaração do senador Camilo Santana (PT-CE), integrante da coordenação de campanha de reeleição do presidente Lula, aponta que o partido ainda vai insistir com a ex-prefeita Marília Campos para disputar o Governo de Minas. Em entrevista ao jornal “O Globo”, ele destacou respeitar a decisão da candidata, “mas há determinados momentos que têm missão a cumprir”, e citou o caso do ex-ministro Fernando Haddad, que vai disputar o Governo de São Paulo a contragosto.

  Na mesma entrevista, Camilo Santana observa que o PT deve buscar alianças com outros partidos, pois a herança do governo de Fernando Pimentel continua sendo um problema. “Este é um dos motivos pelos quais eu defendo que não seja um nome do PT, por conta do resultado do Governo Pimentel, entre 2015 e 2018.” O presidente do diretório nacional, Edinho Silva, continua conversando com Gabriel Azevedo, do MDB, mas setores importantes do PT não aceitam essa aliança.

 

Paulo Cesar Magella

Paulo Cesar Magella

Sou da primeira geração da Tribuna, onde ingressei em 1981 - ano de fundação do jornal -, já tendo exercido as funções de editor de política, editor de economia, secretário de redação e, desde 1995, editor geral. Além de jornalista, sou bacharel em Direito e Filosofia. Também sou radialista. Meus hobbies são leitura, gastronomia - não como frango, pasmem - esportes (Flamengo até morrer), encontro com amigos, de preferência nos botequins.E-mail: [email protected] [email protected]

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