Cota política

Por Paulo Cesar Magella

Quando deputada federal, a prefeita Margarida Salomão participava do grupo que discutia a ampliação do papel da mulher na política. O grupo defende cotas, mas não para formação de chapas, como ocorre hoje, quando 30% das vagas de candidatos devem ser destinadas a mulheres, e sim para o número de cadeiras nos parlamentos. O entendimento é não ver sentido no baixo número de mulheres em câmaras, assembleias e no Congresso quando são maioria nos colégios eleitorais e, sobretudo, na população brasileira.

Paulo Cesar Magella

Paulo Cesar Magella

Sou da primeira geração da Tribuna, onde ingressei em 1981 - ano de fundação do jornal -, já tendo exercido as funções de editor de política, editor de economia, secretário de redação e, desde 1995, editor geral. Além de jornalista, sou bacharel em Direito e Filosofia. Também sou radialista. Meus hobbies são leitura, gastronomia - não como frango, pasmem - esportes (Flamengo até morrer), encontro com amigos, de preferência nos botequins.E-mail: [email protected] [email protected]

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