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Consórcio volta a pedir revogação de decreto de caducidade

Por Paulo Cesar Magella

04/07/2022 às 18h00 - Atualizada 04/07/2022 às 16h50

Embora o secretário de Mobilidade Urbana Fernando Tadeu Davi já tenha dito, em audiência pública, na semana passada, na Câmara, que o decreto de caducidade do Consórcio Manchester é irreversível, por já ter produzido efeitos, o grupo, em nota, voltou a defender tal possibilidade, argumentando que só assim poderá levar adiante o processo de venda da Tusmil para um novo investidor – o que também foi dito na audiência. Na mesma nota, destacou que somente nos cinco primeiros meses de 2022, o prejuízo do sistema de transporte coletivo ultrapassa os R$ 20 milhões. Na planilha da empresa, entre janeiro e março, ele ficou em R$ 15 milhões, enquanto a Prefeitura aponta um prejuízo da ordem de R$ 5 milhões.

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