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Fintech britânica aposta em Pix para facilitar remessas internacionais no Brasil

Por João Carlos Gomes
10/08/2025
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Mesmo tendo se tornado alvo de polêmicas por conta dos recentes desentendimentos entre o Brasil e os Estados Unidos, o sistema Pix continua atraindo atenção internacional por conta de sua praticidade.

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Inclusive, a ferramenta de pagamentos desenvolvida pelo Banco Central (BC) foi uma das principais motivações por trás do interesse da Due, uma fintech britânica que desenvolve sistemas de pagamentos, de transformar o Brasil em um de seus mercados estratégicos.

A startup, que já está presente em mais de 80 países, e também conta com México e Estados Unidos como seus pontos focais, estabeleceu recentemente seu mais novo escritório em São Paulo, e pretende facilitar as transferências internacionais.

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Isso porque, por conta da integração com o Pix, este tipo de transação passará a ocorrer de forma muito mais prática, rápida, e econômica, com custos a partir de 0,2% e liquidação quase imediata;

Pix internacional? Entenda o serviço da Due

Basicamente, o Pix marcará o início de todo o processo, uma vez que os usuários poderão realizar transferências com a ferramenta para a conta da Due. Já o app da fintech, por sua vez, automaticamente converterá o valor em real para stablecoins, que são moedas digitais atreladas a elementos estáveis, como o euro e o dólar.

Desta forma, será possível transferir dinheiro para mais de 80 países onde a Due atua, beneficiando-se de custos de câmbio muito mais baixos, tanto por conta das características do Pix, quando das stablecoins, que não sofrem grandes variações como outras moedas digitais.

Apesar do Brasil ter um dos sistemas de pagamento mais avançados do mundo, transferências internacionais eram, até então, um grande problema para empresas e consumidores. Contudo, a chegada do serviço da Due, que pretende alcançar mais 40 países até o próximo ano, se mostra como uma alternativa acessível para auxiliar na superação deste obstáculo.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.

João Carlos Gomes

Jornalista formado pelo Centro Universitário Carioca, apreciador da Bossa Nova ao Metal Extremo, criador de conteúdo e músico independente nas horas vagas.

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