O temor em relação grandes perdas faz com que muitas pessoas deixem de investir na Bolsa de Valores. No entanto, para quebrar este paradigma, existe um tipo de investimento que vem se destacado nos últimos meses por conta de sua alta valorização.
Trata-se do Índice Imobiliário (IMOB), que neste ano de 2025, tem garantido ótimos retornos para seus investidores. Inclusive, até a última quinta-feira (14), estima-se que ele tenha valorizado 45,8%.
Desta maneira, os resultados desses investimentos chegaram até mesmo a superar o desempenho do Ibovespa, que marcou alta de 13,3% no mesmo período. E isso se deu principalmente por conta de uma combinação de fatores que promete manter a dispararada em rumo crescente ainda neste segundo semestre.
Por conta disso, investidores tendem a se posicionar com mais confiança diante de possíveis reduções na taxa básica de juros, aproveitando oportunidades de maior rentabilidade em renda variável e crédito enquanto reavaliam suas estratégias em investimentos de renda fixa.
Todavia, investir nesse setor ainda pode exigir cautela, uma vez que a alta volatilidade dos papéis imobiliários e os riscos de crédito, agravados pela Selic em 15% até o fim do ano, indicam possíveis turbulências.
O setor imobiliário na Bolsa: como investir?
O IMOB, ou Índice Imobiliário, reúne os principais ativos do setor na B3, abrangendo empresas de construção civil, exploração de imóveis e administração de empreendimentos. Ele é composto por ações e units, refletindo o desempenho do segmento no mercado.
Basicamente, o investimento em IMOB na Bolsa de Valores não envolve a compra, diferente dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), mas apenas aplicações em ações ou fundos que compõem o índice.
Para isso, é necessário abrir uma conta em uma corretora de valores e escolher a melhor forma de investir, dividindo-se entre ações de empresas que compõe o índice ou EFTs de imóveis.
Neste momento, é fundamental ter consciência dos riscos envolvidos e definir uma estratégia clara antes de investir. Após a aplicação, basta acompanhar regularmente o desempenho, observando notícias do setor e variações nas taxas de juros que possam impactar os resultados.
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