Amélia Janta indica: saiba onde a participante do MasterChef gosta de comer em Juiz de Fora
Lista reúne opções de pães, refeições, lanches e doces escolhidas por Amélia Janta

Seja para um bom almoço ou até dicas de onde encontrar um pão de fermentação natural, Maria Antônia do Carmo – ou Amélia Janta, para os seguidores das redes sociais – reuniu, para o Roteiro dessa semana, indicações gastronômicas em Juiz de Fora. As recomendações vão do doce ao salgado e, juntas, formam uma lista tão multifacetada quanto a influenciadora.
Vocalista da banda Varanda, escritora nas horas vagas e participante da 13ª edição do Masterchef Brasil, Amélia também produz conteúdo voltado para gastronomia, como o quadro Telecurso de Janta, em que receitas novas e muitas vezes inusitadas são testadas, com o objetivo de formar novos “mestres cucas”. Abaixo, seguem indicações de locais que fazem parte da curadoria de momentos de Amélia.
Casa Bellê
Para começar a lista, nada melhor do que um local para obter ingredientes frescos, que são carro chefe das receitas de Amélia. A Casa Bellê Pães Artesanais fabrica os seus produtos com fermentação 100% natural e possui opções variadas que vão desde pães a pizzas.

“Eu gosto justamente por conta da fermentação natural, que tem a massa mais azedinha”, explica Amélia. A loja fica localizada na Avenida Presidente Itamar Franco e, além de produtos para pronta-entrega, também aceita encomendas.
Lanchonete Chora Morena
No coração do Centro, a lanchonete Chora Morena, localizada na Mister Moore, possui 30 anos de tradição em Juiz de Fora. As esfihas do Baalbek chamam a atenção no cardápio e não passam despercebidas por Amélia.

A dica é conferir a esfiha de agrião, que conta com um molho árabe e muito recheio, sendo uma das favoritas do público – e da influenciadora. Por isso, ao passear pelo Centro de Juiz de Fora, vale a pena passar em uma das mais tradicionais lanchonetes da cidade.
Supermercado Pais e Filhos
Pode parecer inusitado, mas é justamente o caráter incomum da recomendação que mais gera curiosidade. Para Amélia, é no Supermercado Pais e Filhos que a melhor coxinha é encontrada.

A rede de supermercados também realiza uma promoção sem dia fixo em que as coxinhas saem por R$ 1 cada. “Como não tem um dia da semana específico, é preciso ficar esperando, atento”, brinca.
Taiwan
“Eu sei que é bem conhecido, mas gosto bastante”, defende Amélia. “Acho que é um dos melhores self-services da cidade e tudo é gostoso: a comida, os sucos, os tempurás”, ela enumera, citando o que pode ser encontrado no Restaurante Taiwan.

Ele é um dos queridinhos da população juiz-forana. Administrado por uma família taiwanesa e com um preço justo, o local é considerado um dos preferidos por sua variedade e custo-benefício e fica bem no Centro da cidade, na Rua Benjamin Constant.
Seul Bunsik
Com a proposta de trazer o melhor da culinária coreana para Juiz de Fora, o Seul Bunsik, localizado na Rua Braz Bernardino, cumpre com êxito o prometido. Seja para almoço ou jantar, o local conquista pelos pratos diferentes e um ambiente com atenção aos detalhes, desde o mobiliário até a música coreana tocada no restaurante.

Amélia reconhece ser difícil encontrar comidas de outras nacionalidades, além da japonesa, na cidade, e isso torna o local ainda mais especial. “Acho muito massa, uma coisa divina.”
Gelateria Acallento
Escondida em uma galeria da Rua Halfeld, a Acallento Café, Doce & Gelato é um negócio familiar e de produção artesanal – o que é um diferencial, principalmente quando se fala de sorvete.

“Além de não ser de franquia, a gente ainda apoia o comércio local, então gosto muito, além de ficar no coração da cidade”, explica Amélia. Com sabores variados e produção em pequenos lotes, a cafeteria faz juz ao nome, representando um local de afetos.
Picolé do Amado
Ainda nas recomendações de doces, o Picolé do Amado também entra na lista. “A loja é originalmente de São João Del-Rei e já tinha uma unidade em Tiradentes. Gosto muito da pegada orgânica dos picolés, então fiquei muito feliz quando vi que abriu uma unidade aqui.”

O Picolé do Amado também vem de uma receita de família, artesanal, e funciona desde 1965 com sabores tradicionais de picolés e os de criação própria.
*Estagiária sob a supervisão da editora Cecilia Itaborahy









