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Manifestantes fazem ato em JF contra a adoção do passaporte sanitário

Grupo distribuiu panfletos no Calçadão da Rua Halfeld; vacinação em Minas começou nesta sexta-feira


Por Tribuna

15/01/2022 às 14h35

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Grupo se concentrou em frente ao prédio do Banco do Brasil, distribuindo panfletos (Foto: Fernando Priamo)

O Calçadão da Rua Halfeld recebeu, na manhã deste sábado (15), um grupo de manifestantes contrários à adoção do chamado passaporte sanitário e à vacinação obrigatória de crianças de 11 a 5 anos, que, após aprovação da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) e distribuição dos imunizantes pelo Ministério da Saúde, começou, nesta sexta-feira, em Minas Gerais. Com cartazes e ao microfone, o grupo se concentrou em frente ao prédio do Banco do Brasil, distribuindo panfletos.

Um dos questionamentos do grupo é a obrigatoriedade de comprovante de imunização, para que se tenha acesso a determinado espaços e estabelecimentos. Em relação ao passaporte sanitário, os manifestantes defendem que os pais tenham o direito de escolher se vacinam ou não seu filhos. Um dos argumentos é de que as vacinas não tiveram tempo de serem testadas para que os efeitos colaterais possam ser mensurados.

Cabe ressaltar que, até aqui, não há regras que tornam a vacinação infantil obrigatória. A aplicação do imunizante em crianças teve sua segurança atestada pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde, responsável pela aquisição e distribuição das doses. “Até o que sabemos, no momento, existe segurança atestada não só pela Anvisa, mas por outras agências regulatórias para aplicação dessas vacinas, e elas estão aqui no Brasil”, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na última quinta-feira.