Cronimétricas
Diário de um quarentênico
Domingo, 22 de março de 2020 7h. Alcanço na prateleira uma edição de 1989 de “Serafim Ponte Grande”, de Oswald de Andrade. Redescubro nesses dias o prazer da leitura pela leitura, sem a obrigação da pesquisa e da avaliação. Na página 46, o trecho “Os desequilíbrios saíram para fora como doidos soltos. A princípio nas […]