Setor da saúde: saldo positivo de emprego e renda
Em ritmo crescente na oferta de empregos, a saúde felizmente vive uma realidade bem diferente da maioria dos setores econômicos. Em 2019, o setor foi responsável por 13,7% dos 644 mil novos postos de trabalho de todo o país e, para este ano, pela projeção de Conferência Nacional da Saúde, deve registrar crescimento entre 4,3% e 5,4% no número de vagas, com a geração de até 124,9 mil empregos a mais na comparação com o período anterior.
Neste cenário positivo, ganha destaque a performance da Unimed Juiz de Fora, que alcançou expressivos resultados em 2019. Fechou o ano passado com 800 colaboradores, entre funcionários lotados na cooperativa e no seu novo hospital, e, até o fim de 2020, deve ultrapassar a marca de mil colaboradores com o Hospital Unimed em pleno funcionamento. Líder no mercado de planos de saúde, a cooperativa é notadamente uma das principais geradoras de renda e emprego da região.
São resultados que beneficiam o segmento e também o Estado. Sabemos que uma saúde suplementar cada vez mais robusta amplia o acesso da população a serviços de saúde e desonera o Sistema Único de Saúde. Apesar de prioritário e de interesse público, o setor ressente da falta de parceria por parte do Poder Público. Historicamente, supera crises – que, aliás, no nosso país são recorrentes – e conquista importantes avanços às próprias expensas, sem o apoio e os incentivos de ordem fiscal, tributária ou de outra natureza.
É uma situação de flagrante desvantagem em relação a outros setores produtivos, que esperamos ver corrigida através de instrumentos legais que corroborem para o crescimento sustentável dos empreendimentos da saúde. O setor lidera a geração de novos empregos no nosso país, portanto nossa demanda é justa e legítima. As estatísticas revelam: somos aguerridos, eficientes e, juntos, podemos ainda mais!









