Etapa final do Parlamento Jovem
Está acontecendo, em Belo Horizonte, a etapa final do Parlamento Jovem de Minas Gerais, evento da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) que permite a jovens do ensino médio participarem do processo Legislativo e proporem mudanças na legislação em tema estabelecido pela Casa. Este ano, o tema é “Envelhecimento com qualidade de vida”. O Parlamento Jovem reúne estudantes de 27 cidades para discutir e votar as propostas finais. A comitiva de Juiz de Fora seguiu para Belo Horizonte na quarta-feira, junto a representantes das cinco escolas participantes, incluindo professores, monitores e profissionais do Centro de Atenção ao Cidadão (CAC), e participa hoje da plenária final do encontro.
Na noite do primeiro dia, os jovens passaram por atividades de entrosamento e oficina de teatro e, ontem, discutiram o documento-base da etapa estadual, que contém as 56 propostas aprovadas nas fases municipais e regionais. Hoje, os adolescentes se reúnem no plenário da ALMG, para votar o documento final. As propostas aprovadas serão reunidas e encaminhadas à Comissão de Participação Popular da ALMG, que vai analisá-las, dar parecer e propor encaminhamentos.
Segundo a direção do polo da Zona da Mata, uma das principais novidades no projeto, este ano, foi a realização de etapas regionais, anteriores à estadual. “A etapa regional possibilitou mais uma oportunidade de debates para aqueles estudantes que não iriam participar da etapa estadual. Quanto ao tema deste ano, discutir a questão do idoso é o mais importante, mas o que eu destaco é o papel do Parlamento Jovem na formação do jovem cidadão “, disse o sociólogo do CAC Sérgio Dutra.
Propostas
As propostas aprovadas hoje serão reunidas em um documento que será encaminhado à Comissão de Participação Popular da ALMG. Caberá à comissão analisá-las, dar um parecer e propor um encaminhamento ao Parlamento Jovem Brasileiro, no Congresso Nacional. Segundo a assessoria da Assembleia Legislativa, entre as proposições aprovadas nas regionais deste ano estão, por exemplo, a obrigatoriedade de reserva de 25% de vagas de casas e lares de idosos para aqueles que não possuem renda significativa ou estiverem em situação de exclusão social. Outras sugerem a criação de espaços para lazer, entretenimento e educação para a população da terceira idade.









