Câmara trava mensagens dos médicos
Diante de uma greve iminente dos médicos da Prefeitura, que cruzam os braços a partir de segunda-feira em protesto contra à falta de propostas do Governo para atender as reivindicações da categoria, a Câmara travou ontem a tramitação das três mensagens do Executivo que estabelecem critérios para plantão nas unidades de urgência e emergência, flexibilizam a jornada de trabalho da classe médica e cria a atividade de médico de sobreaviso/diarista. As matérias – que o próprio Sindicato dos Médicos afirmou não contemplar os profissionais – chegaram a entrar em pauta ontem, mas não foram liberadas pelas comissões técnicas. A manobra já havia sido anunciada na última quinta-feira, quando o vereador José Sóter Figueirôa (PMDB), com apoio da bancada médica, sugeriu que o plenário barrasse todos os projetos da Administração em pauta, até que uma nova reunião fosse marcada com representantes do Executivo, que não compareceram à audiência pública dos médicos na última quinta-feira.








