Dia do Basta leva pautas trabalhistas à Praça da Estação

O foco da ação é se concentrar nas pautas que envolvem todos os trabalhadores

Por Tribuna

09/08/2018 às 19h50

As Centrais Sindicais de Juiz de Fora aderiram ao movimento nacional do Dia do Basta marcado para essa sexta-feira (10), a partir das 9h, na Praça da Estação. O foco da ação é se concentrar nas pautas que envolvem todos os trabalhadores. “Vamos tratar desse eixo que afeta a todos os trabalhadores, em defesa do emprego, da aposentadoria e das Leis Trabalhistas, denunciando uma série de situações que vivemos”, resume o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/ Zona da Mata), Reginaldo Freitas de Souza.

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Ele afirma que a população pode ajudar comparecendo e expressando sua vontade, fazendo resistência ativa porque todos estão sendo prejudicados. “Não vamos permitir que o movimento se transforme em um palanque eleitoral. Por isso, vamos concentrar todas as pautas na vida do trabalhador. A presença da pauta do Lula é em função de sua prisão política, porque entendemos haver uma perseguição contra ele. Entre as categorias que aderiram ao protesto está a dos professores municipais. O ato, conforme a coordenadora geral do Sindicato dos Professores (Sinpro), Aparecida de Oliveira Pinto, integra uma série de ações da categoria, que vem reivindicando questões como recebimento da Ajuda de Custo de Valorização do Magistério (ACVM) e revogação do chamado artigo 9º da legislação municipal, que permite ao Município conceder reajustes diferenciados nas situações em que os salários dos professores municipais da base da carreira estiverem abaixo do piso nacional da categoria.

Além disso, os educadores ainda estão em discussão com a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) em relação à campanha salarial de 2018. Uma assembleia está agendada para o dia 23 de agosto, data que precede uma nova rodada de negociação junto à administração municipal. “Estaremos todos lá participando desse dia nacional. Os ataques são muito grandes, então queremos um basta de retirada dos direitos dos trabalhadores e destruição dos serviços públicos, que é uma discussão que cabe também a nós, que somos servidores públicos”.

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