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Tupi de olho no sorteio da arbitragem da semifinal


Por Tribuna

24/04/2012 às 19h25

Definido o local do segundo jogo entre Tupi e Atlético-MG valendo uma vaga na final do Campeonato Mineiro. As duas equipes vão se enfrentar na Arena do Jacaré, no próximo sábado (28), às 18h30, e o Carijó tem que vencer se quiser conseguir avançar à decisão do Estadual. Em vantagem, e em casa, os atleticanos precisam apenas de um empate para seguirem na luta pelo título.

A previsão é de que mais de 18 mil torcedores acompanhem a partida, que terá ingressos a preço promocional de R$ 10. Os juiz-foranos poderão adquirir as entradas no dia da partida, das 16h às 19h15, na bilheteria D da Arena do Jacaré e terão acesso ao estádio pelo portão 5.

Em busca da vaga na decisão, o Carijó está atento a todos os detalhes. Uma das maiores preocupações da diretoria é com o trio de arbitragem. Até essa terça (23), um lance que poderia ter dado a vitória ao Tupi e revertido a vantagem atleticana repercutia entre os dirigentes de Santa Terezinha. Já nos acréscimos, o meia Michel Cury cobrou escanteio para o Carijó, o goleiro Giovanni passou em branco, e o volante juiz-forano George chutou para o gol, mas a bola bateu no braço do meia Mancini, que afastou o perigo.

Os diretores carijós consideraram que não foi marcado um pênalti para os donos da casa pelo árbitro Cleisson Veloso Pereira. "Para mim, foi claríssimo o pênalti. O Mancini pulou com os braços longe do corpo. Vendo as resenhas esportivas, os comentaristas disseram também que foi pênalti. Não acredito que tenha havido má intenção do Cleisson, que fez um boa arbitragem durante toda a partida, diga-se de passagem, mas acho que o tempo de jogo pesou para ele não dar a penalidade, já que era um lance interpretativo aos 46 do segundo tempo", explicou o vice-presidente de futebol do Tupi, José Roberto Maranhas.

Outro pênalti

O lance de domingo soma-se na memória dos carijós a outra penalidade não marcada. "Além do lance do último jogo, na partida contra o Cruzeiro, a meu ver, tivemos outro pênalti não marcado. Nosso receio é justamente esse tipo de situação se repetindo. Qualquer que seja o árbitro, tem que ter tranquilidade para marcar em favor do Tupi também, pois estou certo de que, se acontecer para o Atlético, será marcada a penalidade", acredita Maranhas, citando lance no qual o meia Henrique foi derrubado dentro da área no segundo tempo do confronto com a Raposa, no dia 12 de fevereiro, e o árbitro Adriano Alves de Oliveira não deu o pênalti.

Assim, a atenção dos cartolas do Tupi estará voltada para o sorteio de quinta (26), na sede da Federação Mineira de Futebol (FMF). Os dirigentes juiz-foranos querem que o árbitro de sábado tenha, acima de tudo, tranquilidade para apitar.