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Duas mudanças no time


Por BRUNO KAEHLER

19/05/2016 às 07h00- Atualizada 19/05/2016 às 08h24

Recém-contratado Rodolfo Mol substituiu Hélder na zaga  (Fernando Priamo)

Recém-contratado Rodolfo Mol substituiu Hélder na zaga (Fernando Priamo)

Dois setores de prioridades defensivas no Carijó podem ter novidades para o início da partida contra o Vasco, no próximo sábado, às 16h, em São Januário, pela segunda rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O zagueiro recém-contratado Rodolfo Mol, ainda não regularizado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, atuou como titular ao lado de Heitor durante treinamento realizado ontem à tarde em dimensões reduzidas do Estádio Municipal, por opção do técnico Ricardo Drubscky. O substituído Hélder passou a integrar a equipe reserva e, no fim do exercício, ainda torceu o joelho esquerdo, deixando a atividade de forma definitiva, ainda sem a ciência da gravidade da lesão. A outra novidade é no setor central. Recife deu lugar a Marcos Serrato, elogiado na estreia e que destacou o comportamento da equipe sem a bola, vendo a transição ofensiva como questão mais deficitária. “Se melhorarmos nosso toque de bola e envolvermos o adversário, tenho certeza de que a gente vai conseguir sair com a vitória, até porque nossa marcação está boa, tanto que o Goiás não teve muitas chances na partida”, opinou Serrato, relembrando a derrota por 1 a 0 na estreia.

A equipe principal do Galo Carijó no treinamento foi formada por Glaysson; Filippe Formiga, Heitor, Rodolfo Mol e Bruno Costa; Rafael Jataí; Jonathan, Filipe Alves, Marcos Serrato e Thiago Silvy; Giancarlo.

Atenção redobrada

O zagueiro do Tupi, Bruno Costa, é favorito para assumir a lateral esquerda pela segunda vez consecutiva na Série B. Contra o Goiás, o jogador quase marcou em rara investida após a melhor construção de ataque da equipe juiz-forana em todo o confronto, quando o placar ainda apontava 0 a 0, em finalização de primeira para fora. Diante do Vasco, entretanto, o atleta terá ainda mais preocupações na marcação, visto que o veloz lateral-direito vascaíno Madson é a principal válvula de escape cruzmaltina. Mesmo assim, “só o lado direito é muito pouco. O Vasco é uma equipe que vem de título, uma boa estreia, invicta, e tem jogadores conhecidos. Temos que marcar não só o lado direito, mas vamos entrar em um esquema que a gente tente e consiga anular toda a equipe”, relatou Bruno. Há, porém, o outro lado da moeda. Os avanços do lateral da representação carioca podem ser explorados sobretudo em contra-ataques. “O Madson desce bastante, então a gente reconhece que possa sobrar espaço nas costas dele e podemos ter um jogador ali. É como um jogo de xadrez e vou deixar para o Drubsky resolver isso durante a semana”, finalizou Bruno.