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Leonardo Jardim explica saída do Cruzeiro e acerto com o Flamengo após pressão no Mineirão

Técnico foi chamado de ‘mercenário’ pela torcida celeste e afirmou que mudança de planos após conflito no Oriente Médio pesou na decisão de permanecer no Brasil


Por Estadão Conteúdo

13/08/2026 às 07h37- Atualizada 13/08/2026 às 07h39

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Jardim foi anunciado pelo Flamengo em março deste ano, após a saída de Filipe Luís do cargo de técnico (Foto: Adriano Fontes/Flamengo – arquivo)

Pressionado pela torcida do Cruzeiro antes, durante e depois do jogo com o Flamengo pelas oitavas de final da Copa Libertadores, nessa quarta-feira (12), no Mineirão, quando foi chamado de “mercenário”, o técnico Leonardo Jardim aproveitou para explicar o motivo de ter deixado a equipe mineira no final do ano passado e aceitar a dirigir o time carioca.

“Criando um ódio muito grande, mas eu estou muito tranquilo. As duas partes (Cruzeiro e o próprio Jardim) entenderam não continuar. Minha intenção não era continuar no Brasil e por isso disse que não trabalharia mais aqui. Minha intenção era ir para o Oriente Médio, mas começou a guerra. Depois tive um convite do Flamengo, que é o maior clube da América do Sul e ninguém pode dizer não ao Flamengo“, disse Jardim, em entrevista coletiva, após o empate por 1 a 1.

Jardim considerou bom o empate, que levou a decisão para a semana que vem no Maracanã.

“Entendo que o resultado foi justo. Agora temos de repetir uma boa exibição em casa e obter o objetivo que é qualificar, diante de nossa torcida. Estamos no intervalo do jogo”, argumentou.

Jardim não confirmou se vai manter no Rio a mesma formação da equipe, com Bruno Henrique, Samuel Lino e Gonzalo Plata.

“Temos 15 ou 16 titulares. Paquetá e Pedro estão entre eles, mas eu não posso falar do jogo com o Cruzeiro porque ainda tenho no final de semana o Mirassol pelo Campeonato Brasileiro em um duelo muito importante”, disse.

Tópicos: cruzeiro / flamengo