Contratações
A distância do ocorrido me impede de discorrer sobre o clássico Atlético e Cruzeiro. Também, a essa altura, quase toda água a correr sob a ponte já seguiu seu curso. A agenda esportiva passa agora às contratações. Até o início da próxima temporada, as páginas de esporte estarão recheadas de altas cifras. Há tabelas com quem chega e quem sai de cada clube. Há especulações de todo tipo e qualidade. Em um mesmo dia, um jogador como Montillo aparece em, pelo menos, meia dúzia de times. Parece até as ditas lendas urbanas. É só parar no Calçadão que há sempre alguém com alguma novidade sobre uma possível contratação em andamento. No início do ano, por exemplo, Carlitos Tevez e Seedorf frequentaram os sonhos corintianos. Muito gente acreditou na possibilidade, que não se concretizou, é claro.
O sonho de ter um bom time não é prerrogativa de corintiano apenas. Ter uma seleção jogando com a camisa de seu time é o sonho de qualquer torcedor. O problema é saber escolher. Quanto a isso, chega parecer piada a seleção dos melhores do Campeonato Brasileiro. Desconheço alguém que esteja interessado em ver o elenco do seu time com Jefferson; Fágner, Dedé, Réver e Cortês; Ralf, Paulinho, Diego Souza e Ronaldinho Gaúcho; Neymar e Fred. É certo que o Neymar tudo mundo quer, mas e o Réver? E se Diego Souza e Ronaldinho não estiverem em um bom dia? Vale arriscar? E se o Cortês só conseguir jogar bem de janeiro a junho? E se o Fred pegar pirraça? Então, chama a Seleção do Mano Menezes, poderia sugerir o leitor. Isso sim seria pegar pesado.









