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Carijó reencontra gramado melhor


Por Tribuna

10/07/2015 às 07h00- Atualizada 10/07/2015 às 08h22

Ainda longe da perfeição, piso do Mário Helênio mostrou evolução (Olavo Prazeres/09-07-15)

Ainda longe da perfeição, piso do Mário Helênio mostrou evolução (Olavo Prazeres/09-07-15)

De volta para casa depois de 36 dias, o Tupi entra em campo no domingo, às 11h, para encarar o Juventude, e vai encontrar o Estádio Municipal diferente daquele que viu no dia 6 de junho, quando empatou com o Madureira por 3 a 3. Embora ainda não esteja em condições ideais, o gramado, então bastante castigado, apresentou melhoras que puderam ser colocadas à prova pelo Carijó no treinamento de ontem.

“Essa questão é muito delicada, mas não sou de fugir de resposta. Essa não é a voz do Tupi, mas do Leston Júnior, profissional do futebol. O campo está bem melhor, não resta dúvida. Se continuarem com o tratamento, a tendência é que melhore mais. Para o espetáculo, quanto melhor o gramado, melhor para todo mundo. A gente se preocupa muito com o conforto do torcedor, com a segurança, coisas com as quais temos que nos preocupar, mas temos que ter preocupação com os trabalhadores de futebol. Estamos em 2015 e não cabe mais ficar reclamando de gramado”, diz o técnico Leston Júnior.

No treinamento coletivo, o treinador revelou a escalação titular, com o retorno do volante Rafael Jataí após cumprir suspensão. “Quando um atleta sai por suspensão e o rendimento dele na semana é satisfatório, não tem motivo para não voltar. A atuação do Felipe Alves contra o Caxias-RS foi muito boa, mas você precisa ter coerência até para premiar não só o rendimento, mas também a sequência de um atleta”, avalia Leston Júnior. O treino também mostrou a manutenção da dupla de zaga com Leandro Euzébio e Fabrício Soares, uma vez que o zagueiro Maílson segue suspenso por mais uma partida.

Pelo horário incomum do jogo de domingo, às 11h, a comissão técnica Carijó optou por trabalhar ao longo de toda semana com treinamentos no período da manhã, amenizando o impacto sentido com a mudança na rotina dos atletas. “Para quem assiste é maravilhoso, mas para os atletas é muito ruim. Fisiologicamente falando, é terrível. Na véspera do jogo, o atleta tem dificuldade de dormir, e tem que acordar muito cedo para fazer uma grande refeição três horas e meia antes do jogo”, lamenta Leston Júnior.