Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga oferece oficinas gratuitas neste fim de semana
Quatro oficinas serão realizadas pelo festival durante este final de semana; evento ainda conta com ópera “O engenheiro” no sábado
Estão abertas as inscrições para as oficinas da sessão especial do 33º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. São quatro oficinas divididas em dois dias. Nesta sexta-feira (1), às 14h, no Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora, acontece a oficina de regência orquestral, voltada aos integrantes da orquestra acadêmica, com André Cardoso. Também às 14h, na Sala Maestro Nilo Hack, no Pró-Música, Fabio Adour oferece a oficina de violão, enquanto no Teatro Pró-Música José Henrique Moreira e Marcellus Ferreira ministram a oficina de corpo, movimento e cena. Já no sábado (2), das 9h às 14h, no Teatro Pró-Música, Andrea Adour e Inácio de Nonno realizam a oficina de canto “Do bel canto italiano à música brasileira”. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do formulário (https://bit.ly/3nqPCTb).
Depois de acontecer de maneira on-line por dois anos, o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga retoma suas atividades presenciais com a sessão especial deste final de semana. Além das oficinas, no sábado, a partir das 19h, a ópera “O engenheiro”, de Tim Rescala, será apresentada no Cine-Theatro Central como atração de abertura do evento, que terá a programação completa no segundo semestre deste ano. A produção é do projeto Sistema Nacional de Orquestras Sociais (Sinos), realizado em parceria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com a Fundação Nacional de Artes (Funarte).
O espetáculo
A ópera “O engenheiro” é ambientada na Proclamação da República e tem como foco a trajetória do engenheiro e abolicionista André Rebouças e sua relação com a luta abolicionista, além de sua proximidade com a Família Real, colocando em perspectiva suas ideias e interpretações dos fatos históricos da época. Depois de passar por cidades fluminenses, o espetáculo chega a Juiz de Fora graças à parceria entre a Pró-Reitoria de Cultura da UFJF e a UFRJ, que também resulta nas oficinas. A parceria entre as duas instituições surgiu através do Programa de Apoio às Artes (Proart) da UFRJ, que promove a produção e difusão da arte e da cultura por meio do ensino, da pesquisa e da extensão.
A entrada é franca e os ingressos serão distribuídos no Cine-Theatro Central, na sexta-feira, das 8h às 18h. Se houver sobras, eles também poderão ser retirados uma hora antes da apresentação, no sábado. Cada pessoa pode retirar no máximo quatro convites.











