Farsa cotidiana
Numa tradicional cidade do interior, figuras como a do prefeito Garibaldi, honesto e ingênuo, da professora Cida, consciente do poder da educação e de seu ofício, e do médico Anacleto, ferrenho defensor de melhorias para o posto de saúde da pequena localidade, contrapõem-se aos golpes aplicados por Rachel Vaivai, uma marqueteira que não perde a oportunidade de se dar bem. Uma reflexão sobre o preço da modernidade que vem dos grandes centros. Escrito e dirigido por José Luiz Ribeiro, A cidade da felicidade, que estreia hoje, coloca em debate temas do cotidiano, como bullying, bolsa assistencialista, direitos humanos, além de lei das empregadas domésticas e da ficha limpa. Em cena, estará o núcleo de adolescentes do Centro de Estudos Teatrais – Grupo Divulgação, que, com o trabalho, encerra o primeiro semestre do curso de teatro.
Teatro – de hoje a domingo,
às 20h30, no Forum da Cultura
(Rua Santo Antônio 1.112)









