Ouça agora

A natureza exuberante de Maceió


Por NEUZA Mª DE OLIVEIRA MARSICANO E MÁRCIA SIERVI PROFESSORAS

23/11/2011 às 07h00

Participar do I Encontro Luso-Brasileiro sobre o Trabalho Docente foi a oportunidade e motivação que tivemos para conhecer Maceió. Não é por acaso que a cidade é abençoada por Nossa Senhora dos Prazeres. Maceió tem o poder de aguçar todos os nossos sentidos. Isso porque, além da visão do paraíso das lindas praias, hoje tem excelentes hotéis e ótimos restaurantes, com atendimento de excelência internacional e gastronomia regional e contemporânea em harmonia, sem falar na riqueza do folclore e do artesanato, únicos.

O lugar é famoso pela quantidade de coqueiros – são mais de 800 mil! Existem mais coqueiros que pessoas por lá. Como não poderia ser diferente, a água de coco é extremamente barata, ponto favorável para qualquer passeio em volta da orla ser bem refrescante.

O primeiro impacto que tivemos foi quando dobramos a curva da Praia de Pajuçara, de onde partem diariamente jangadas para as piscinas naturais que se formam a cerca de 2km da costa, na maré baixa. O cenário é exatamente o mesmo das pinturas regionais. Levá-las seja nos quadros ou vasos dos artistas locais é relembrar com a alegria das cores a vibração daquele momento.

Outro passeio interessante foi conhecer a Praia do Gunga… coqueiros, barcos e um mar que varia do azul quase turquesa a um tom verde. O espetáculo da natureza continua com o encontro das águas da Lagoa Mundaú com o mar, num passeio de escuna que revela o encanto das Nove Ilhas.

Já à tarde, fizemos uma visita à Fundação Pierre Chalita, que reúne pinturas, esculturas, desenhos e objetos decorativos. Oportunidade para apreciar a arte sacra e contemporânea, revelando os traços da religiosidade local e da sintonia da cidade com as manifestações mais recentes das artes.

Com o coração alimentado de beleza, retornamos à cidade, com a certeza de que tudo isso, desfrutando também da simpatia do povo alagoano, é mais que perfeito e recomendável!