Kátia volta à cena
Nascida num dos estados mais pobres do país, o Piauí, terra de cabras-machos, Kátia Tapety tornou-se a primeira travesti a ocupar um cargo político no Brasil. Resultado de 20 dias de convivência, o longa-metragem documental Kátia, de Karla Holanda, professora da UFJF , retrata o bom-humor e as cotidianas lutas de uma personagem forte e rica em nuances. Premiado, na última quinta, no 6° Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual de Fortaleza, nas categorias filme, fotografia e edição, o documentário será exibido amanhã, às 20h, no Mamm (Rua Benjamin Constant 790), no projeto Cinema em Foco, parceria entre o museu e os professores do bacharelado em Cinema e Audiovisual do Instituto de Artes e Design (IAD) da universidade.









